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quarta-feira, 4 de abril de 2012

can´t wait

Está a surgir esta hipótese para a próxima Páscoa e eu mal posso acreditar... se isto se realiza é mais um sonho vivido.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Estão prontos?? Vou começar!

Aviso já que este será um post muito longo que só vai interessar a quem for realmente muito cusco ou interessado por viagens.

Então foi assim: no dia 8 de Abril fomos a voar até à Madeira. Sabíamos que íamos ficar 9 dias e que íamos para casa dos tios do D. mas não sabíamos o que nos esperava ainda.
Assim que saímos do aeroporto lá estavam os tios para nos ir buscar. Pela conversa ficamos logo a saber que íamos ser tratados como uns lordes. Ficamos num quarto enorme, num andar só para nós, com uma vista brutal sobre toda a baía do Funchal, mais uma casa-de-banho com grande banheira e janelas para a baía. Um must!

O que mais me marcou na Madeira foi a natureza. A imensidão das paisagens e a beleza dos caminhos.
Passo a mostrar o nosso roteiro:

Dia 2- Saímos do Funchal em direcção a S. Vicente. Aí visitamos as grutas. Depois, fizemos a costa toda de volta ao Funchal. Passamos por Seixal, Porto Moniz, Calheta, etc. Isto porque tínhamos o nosso próprio carro, emprestado pelos tios, e nesse dia optamos por acordar mais tarde mas, ainda assim, eu já ia pelo caminho doida com as coisas todas que via.

A caminho de S. Vicente

A caminho de S. Vicente


Em cada esquina ou caminho encontravamos uma queda de água que dá logo um ar romântico à coisa




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As piscinas naturais de Porto Moniz

A vista da nossa varanda

Dia 3: A primeira coisa do dia foi ir ao Pico do Areeiro, onde é preciso ter sorte para apanhar um tempo bom e estarmos em cima das nuvens. Nós tivemos essa sorte. Fomos, depois, visitar o Monte e a sua tradição dos carrinhos de cestos. Depois do almoço, fizemos a outra parte da costa do sul e fomos quase até à ponta de S. Lourenço, Baía d´Abra, Santa Cruz, Machico, etc..

Pico do Areeiro

Pico do Areeiro e euzinha

A maravilha da floresta

Os carrinhos de cestos no Monte (25eur, duas pessoas)

Paisagem da zona sudeste, perto da Prainha

Dia 4: Para acordar, fomos cedinho andar de barco. Vimos a costa do Funchal e golfinhos. Fartamo-nos de dormir!! Depois do almoço fomos fazer a levada das 25 fontes. Aqui, foi uma perfeita aventura porque, primeiro, fomos pelo lado errado e tivemos passar por um túnel de 1,5km, sem lanternas e, digamos, eu entrei um bocado em pânico. Para acabar, só saímos de lá depois de fechar a cancela e, por isso, tivemos de andar 2km por estrada a subir. Um nevoeiro brutal e quando chegamos lá acima reparamos que estavamos no lado oposto da montanha. E perdidos. Tivemos de apanhar boleia (que só conseguimos à segunda...) e lá dentro iam um madeirense e uma polaca que estava em casa dele a fazer couchsurfing!

Passeio à vela

Levada das 25 fontes. Linda de morrer.

As 25 fontes!

Dia 5: Fomos logo de manhãzinha para Santana e vimos as famosas casas típicas; antes do almoço ainda fomos a S.Jorge visitar um roseiral com mais de 1000 espécies de rosas. Ainda faltavam duas semanas para abrir ao público, este ano, porque ainda não tinham nascido as rosas todas mas a senhora foi muito querida e deixou-nos entrar. Lindo de morrer. Durante a tarde fizemos a levada das Queimadas ao Caldeirão Verde que, mais uma vez, nos deixou sem palavras. À noite jantamos fora pela primeira vez e fomos a um restaurante óptimo que se chama "As vides" e onde comemos o belo do bolo do caco com manteiga de alho e a espetada madeirense.

Santana

Uma das rosas do roseiral

O caldeirão verde

Câmara de Lobos à noite

A famosa Nikita: cerveja, vinho e gelado de baunilha... óptimo mas uma pequena bomba!

Dias 6,7 e 8- Fomos para o Porto Santo, onde os tios também nos deixaram usar a sua casa e o seu carro. Só o primeiro dia de praia é que foi fantástico. De resto, alternava entre o frio e o sol. Sempre deu para descansar imenso: é que, na ilha, não há mais nada para fazer!!



Dia 9- Era dia de ir embora. O nosso avião era às três e meia e, por isso, acordamos cedinho e ainda fomos visitar o miradouro da Eira do Serrado e ao Funchal abastecer-nos de bolo do caco e queijadas!!

Eira do Serrado

E pronto!! É isto.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Wood

Eu acabo o estágio e hiberno para a tese. Ele passa de "a termo" para "efectivo".
Há autocarros voantes para lá. Há casa nas duas ilhas.
Pronto, os astros alinharam-se e vamos só ali passar uma semaninha em Abril.
Calma, não se aflijam. Vamos contribuir para o crescimento da economia nacional, somos pelo "vá para fora cá dentro" e temos muita esperança de dar um bacalhau e um tá-se bem ao Albertinho.

E o título deste post? Chegaram lá?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A tortura no dia-a-dia

Em cada paragem do autocarro:

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

sobre a (in)tolerância

Estou profundamente convencida que as pessoas menos tolerantes, menos flexíveis e até racistas, são aquelas que sabem muito pouco do mundo.
Aquelas que nunca sairam do seu canto, que nunca estiveram lado a lado com aqueles que acham tão diferentes e, por isso, nunca conseguiram comprovar que, afinal, são tão iguais.
A ignorância em relação ao ser humano é, para mim, a maior motivadora de discórdia, incompreensão, busca de algo que se pensa ser nosso mas não é de ninguém. Aliás, é de todos. Este mundo, estas coisas, estes bens, estas paisagens, estas terras.
Ao viajar apercebemo-nos de como a origem é a mesma, de como as emoções mais básicas são iguais e, espantamo-nos, até se expressam da mesma maneira.

No dia em que a pessoa mais intolerante do mundo estiver num país onde não percebe e não é percebido e cruzar os seus olhos com os de alguém cheio de medo, de fome, de tristeza profunda sem que seja preciso trocar uma palavra, essa pessoa vai perceber como todos os outros são partes de nós, como somos tão responsáveis uns pelos outros desde que fomos metidos todos na mesma Terra.

E se não tiver oportunidade de sair de casa, do bairro, da cidade ou do país, vá ligando a televisão e perca, aliás, ganhe tempo a ver documentários, a sair dessa ignorância tão confortável e permita-se ver como o mundo está cheio de gente que acorda, trabalha, cozinha, sai para se divertir, tem filhos, fica doente, vê morrer, ri alto, se apaixona, ganha e perde, anseia, espera, sonha.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

E pronto, mais um

E o Mundo que não me persiga.
Assim, só de surra, em um minuto acrescento mais um MUST DO na minha vida.

Não posso morrer sem ir ao Deserto de Gobi, na Mongólia ou China, ou metade de cada um... tanto faz, desde que deixe lá as nossas pegadas (minhas e tuas, D., claro!)


Gobi Desert in Mongolia

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

a parte boa de voltar

Parar com a ingestão compulsiva de:

croissant au beurre, croissant aux amandes, pain au chocolat, fueillete au chocolat.... enfim. Porém, não deixem de os provar.




Paris, Paris... O que dizer?

Na sexta-feira fizemos 5 anos de namoro e acordamos cedinho, cedinho.
Fomos directos para o aeroporto enquanto tomavamos o pequeno-almoço no táxi.
Na véspera tinha mandado email à Jo a perguntar qual era o caminho para casa dela quando lá chegassemos.

Quase a chegar, já era possível ver os campos todos nevados.
Aterramos em Paris e o meu marido entrega-me o envelope do vomitado. Lá, vinha escrito: "Voucher - vale uma noite romântica em Paris"... eu continuava sem perceber nada. Então ele tinha combinado com a Jo que, em vez de irmos dormir as 3 noites ao quarto dela, a primeira seria num hotel: uma noite em Paris pelos 5 anos de pura felicidade!! Nem queria acreditar...!
Saímos do metro e lá estavamos, com um quarto com vista lateral para a Notre Dame ao fundo e em frente ao Jardin de Luxembourg.
A partir daí, começou uma viagem de sonho. Mais um daqueles fins-de-semana que podia ter sido igual aos outros mas que não foi. Porque não deixamos. Porque queremos viver em lua-de-mel e porque somos daqueles que aproveitam as oportunidades que a vida nos dá. 

O frio era muito e fazia questão de se fazer sentir mas o calor da pessoa que nos recebeu e a dedicação que pôs em todo o percurso que nos planeou e os programas que nos proporcionou, fizeram-nos ir sentindo em casa.

E então foi assim, como turistas que eramos vimos o que era para turista ver mas como casa e amiga residente que tinhamos, andamos por ruas onde só os locals é que andam, jantamos em sítios baratos e escondidos, bebemos copos nos bares onde só vão os parisienses... enfim, completo como nós gostamos.

O top que aconselho a todos:

Igrejas

 Notre Dame

Sacré Coeur

Saint German des Prés


Santíssima Trindade

A capela escondida da Rue do Bac (nº140)


Pela rua
 
os arcos que limitam os Champs Elysees
 
A Torre Eiffel vista de mil e três ângulos 
As ruas ainda com neve


Os sítios
Espreitar a Cité Universitaire (tudo aquilo que imaginamos nos filmes, e uma vontade louca de nos sentarmos quentinhos, a beber chá e ler um livro)



 Louvre: Lindo, lindo. Ao anoitecer e de manhãzinha.




Montmartre: a vida das ruas e das praças, os artistas, os restaurantes mais gourmet e os prédios chiques.




De clichy a Vendome: vale a pena. Vale muito a pena. Passar à porta do Moulin Rouge, as galerias Lafayette, a Ópera, a Maddleine, e acabar na praça Vendome. Faz-se muito bem, numa hora ou duas dependendo do ritmo (e do dinheiro que se quiser gastar nas galerias) e aconselho já de noite para ver o espectáculo de luzes.
*fotografias por ordem






Top para quem vai nesta época: Concerto de Natal. Há muitos e estão espalhados pela cidade.



Para ir jantar e beber copos: Moufetard e as ruas à volta da Place de la Republique.


Don´t worry que brevemente a nossa querida Jo faz-nos um pequeno apanhado dos musts. Desafiei-a a fazer uma crónica parisiense aqui para o blogue.