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terça-feira, 10 de abril de 2012

Hoje é dia 10

6 anos e 4 meses de namoro.

Um amor que já nos levou às nuvens!

quinta-feira, 22 de março de 2012

ahh, como o bom tuga adora a primavera!

Já anda para aí tudo a saltitar, rodar as suas saias, a roer as unhas para poder arrumar o casaco de vez e substituir os sapatos que estão ao serviço.

Quanto a mim, sei bem o que quero fazer esta Primavera. Espero que pegue. A ver vamos!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Private de manos #5

E quando ainda eramos só três e nos engalfinhavamos todos na parte de trás do carro, pernas para o ar, braços para onde calhasse, e ouvíamos o Pai em modo repeat: "Brincadeiras de mão, beijos de burro. Vão-se magoar".
E quando chegava à vez 1000 e travava com imensa força e dizia: "Ou acabam com isso ou paro já o carro e vão a pé"?

domingo, 20 de março de 2011

a ironia do amor

Cheguei a uma conclusão. Cheguei, não, construi... isso de chegar às conclusões é como se elas lá estivessem e nós as descobrissemos.
Esta eu fiz nascer daqui, das horas e dias em que o senhor meu marido passa a trabalhar e eu fico em silêncio nesta casa que já me sabe de cor em tão pouco tempo.
Percebi que aquilo que mais criticamos e mais apontamos como defeitos nas pessoas de quem gostamos, que amamos, mesmo, são aquilo que os torna únicas e que recordamos, mais enternecidos, dessa pessoa. As qualidades também são importantes, é certo, mas essas são replicaveis e, geralmente, traço comum entre as pessoas que escolhemos para nossas.
A minha mãe, por exemplo, fala muito. Fala tanto, fala demais. E repete-se. Mas repete-se como nunca hão-de ver, como um gravador. Tal e qual. Vezes sem fim. E fala alto. E ri-se alto. E passa à frente nas filas. E chama os empregados no restaurante com muita convicção, como se fosse da casa e estivessemos sozinhos. Fartamo-nos de refilar com estas características mas são elas que lhe dão a graça. O meu pai, oh, esse está sempre duas estações do ano à frente. Planeia a Páscoa e Janeiro, as férias do Verão em Fevereiro e, em Maio, o Natal já está combinado. Manda-me emails às 7.30 da manhã, do escritório, e liga-me às 7h, quando vem no carro (convencido que a essa hora eu estou de cara e cabelo lavado, pequeno-almoço tomado, com 3 horas de tese para trás, já fiz o almoço e tenho o jantar no forno). Também tem outra coisa muito interessante: nunca nada está suficientemente bom. Nem quando eu vinha com dezanoves para casa.  A pergunta era por que é que não tinha 20... e adoro isso tudo nele (tanto perguntou pelos vintes que comecei a trazê-los!). Mas não posso dizer, porque é um bocado parvo e reforçador dizer o quanto adoro os defeitos que aponto a cada um dos que me ocupam o coração. É irónico, não é?
Podia falar dos meus irmãos (muita tinta correria), das minhas melhores amigas (únicas e irrepetíveis que só elas), dos meus amigos (homens, que tenho poucos, mas que são os melhores) ou do meu maridaço.
Sim, do marido podia falar e teria muito para dizer. Partiria do seu bom humor constante que me irrita e dá cabo das manhãs sossegada e noites tranquilas, da sua necessidade de ajudar os outros e que isso esteja à frente do seu e do nosso tempo e bem-estar, da sua entrega à nossa relação que me faz sentir minúscula e pouco merecedora, do seu esforço para ser a "dono de casa" perfeito e mostrar que o faz por amor... tudo isso me irrita, mas tudo isso me faz querer que esteja sempre aqui.
A ele, à mãe, ao pai, aos manos, às amigas e aos amigos. E a todos os que me ensinam da maneira mais eficaz: através do exemplo.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Private de manos - #4

E aquela vez em que nós os três, sozinhos em casa, fizemos uma guerra de comida? Depois eu fui à varanda e vi o jipe branco do Pai a entrar no condomínio e nos fomos meter os três dentro da banheira.
Sem limpar nada. A fúria do Pai e o nosso castigo de um mês, nas férias de verão, para o seu escritório todos os dias!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

pequeno momento pindérico (porque faz, hoje, 5 meses)

É que eu adoro estar distraída ou no meio de grandes conversas e olhar para as minhas mãos e ver a aliança.
Lembra-me para onde eu vou quando acabar o dia, quem me espera e me abraça todas as noites.
Lembra-me o compromisso que assumi perante os que amo e, agora, com a aliança aí, que volto a assumir quando alguém a olha.
Lembra-me a vida que temos pela frente. Lembra-me os castelos que queremos construir. Juntos.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"Me pegue bem, misture alma e coração"


Foi ontem. Foi ontem que confirmei, com o carimbo da certeza absoluta, que a melhor coisa que fiz até hoje foi casar contigo.

sábado, 29 de janeiro de 2011

TPM

Já falei deste momento aqui e aqui e mais uns quantos sítios que não tenho paciência para ir procurar agora, mas quando vejo o filme do casório (que já chegou) não consigo evitar emocionar-me.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

É o que mais adoro em ti...

... isso e como pareces não te cansar de me conquistar

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Deix´o tar

Está para ali há mais de 40 min e profundamente convencido de que vai arranjar a porta da máquina de lavar roupa!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

sobre a força dos sentimentos

Eu sempre soube o que queria e para onde ia e lutava por isso com unhas e dentes. Uns admiravam-me e outros não podiam comigo (mais outras do que outros, é um facto, é que as gajas são tramadas). Ainda hoje é assim.
Mas houve uma vez, uma única vez, que vacilei. Que de repente não sabia o que queria, como queria, quem queria. Que estranhava cada reacção, que não me reconhecia, que tremia a cada vez que o meu corpo e o meu coração reagiam a algo que eu não estava à espera.
E tudo isto por causa de um amigo. Um amigo que era amigo e sempre foi amigo. Até que deixou de ser. Até ao dia em que olhou para mim de maneira diferente, a partir do dia em que conheceu o que havia debaixo de tanta altivez e provocação, o que havia por detrás das piadas maldosas, dos risos constantes. Um amigo que sabia o que me fazia chorar, o que me fazia perder o sono, o que me conquistava num minuto. Um amigo que dava os melhores abraços de sempre e que tinha mais paciência para mim do que todas as minhas melhores amigas juntas. Esse amigo fez-me fazer uma coisa que eu jurei que nunca iria fazer na vida e que, isso posso garantir, nunca mais farei. O problema é que há alturas da vida em que as coisas nos acontecessem para nos fazer crescer, em que só surgem para nos desmontar e nos fazer descer do cavalo, em que precisamos de passar pela maior das dores para sermos mais humildes e percebermos que todas as certezas de um dia serão todas as dúvidas do dia seguinte.
Esse amigo que eu tenho perdi-o durante dois anos. Dois anos inteirinhos em que só reinou o silêncio, uma dor que sufocava. Porque pior do que perder um amor é, para mim, perder um amigo. Porque, se na altura nem sabia o que é isso de sentimentos puros, já sabia o que era a amizade. E ele sabia disso e o coração dele disse-lhe que a melhor maneira de castigar as minhas incertezas era fazer-me acreditar que a amizade tinha ido pelo mesmo caminho daquele amor que não se cultivou.
Mas este amigo não é como os outros e esta amizade não tem o mesmo valor que as outras porque este não se pode medir. E depois voltamos a ver-nos, voltamos a sentir o abraço, voltamos a trocar o olhar que não precisa de ser acompanhado de palavras. E ficou esta certeza de que os rumos da vida nunca nos levarão para longe porque entre os corações não há distância.
E como as maiores das dádivas se encontram no silêncio, foi bom comprovar a genuinidade desta amizade ao descobrir que, no silêncio dos dias e sem precisar de me dizer nada, me acompanha, interessa-se e me procura. Aqui.
Sim, este meu amigo não é como os outros.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

61

São 61, os meses de namoro que já temos em cima...

Lembras-te do que já vivemos juntos? Já viste como conseguimos mudar e, ao mesmo tempo, não deixar que nada mudasse? Continuamos com a mesma alegria a viver as coisas mais pequeninas mas que são aquelas que nos permitem adoçar o dia-a-dia.

E quando fomos comer gomas a Espanha e acabamos a jantar na Feira do Marisco enquanto víamos D´zrt?
E quando íamos ao Pingo Doce comprar leite e pão e íamos tomar o pequeno-almoço a ver o rio?
E quando íamos (e vamos) a pé a Fátima? E tu me puxas, levas ao colo, arranjas colchões para eu dormir melhor?
E quando ias lá a casa e o meu pai não te deixava subir ao andar dos quartos?
E quando foste à herdade pela primeira vez e não saíste da cama, cheio de febre?
E quando me levaste a andar de canoa para a Lagoa de Albufeira?
E quando ficavas todo triste por eu não ir ver os teus treinos de rugby?
E quando foste viver para o Porto? E passaste lá os teus anos sozinho?
E quando estavas na Alemanha e me mandaste uma carta que eu recebi no Brasil?

E quando, e quando, e quando....

E hoje, logo hoje, não estás cá... foste embora de manhã, mal eu abria os olhos, e só voltas amanhã tão tarde... é que hoje mereces 61 beijinhos, um por cada mês que me fizeste feliz.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Private de manos - #3

E quando a Mãe, um dia na cozinha, decidiu enfiar cereais Trio pelo nariz acima e um deles ficou preso?
O Pai com a pinça a tirar aquilo com muito cuidado e nós os três agarrados à barriga de tanto rir e o F., de poucos meses, muito espantado!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ups que já se me esquecia

Há 4 meses estava um diazorro de sol, daqueles que nos fazem querer saltar da cama e aterrar na areia, ler revistas e devorar livros, decidir se nos deixamos adormecer ou ainda vamos a mais um mergulho no mar.

Há 4 meses certos, acordei às 7h30 da manhã, tomei o pequeno-almoço e fui directa para a Lúcia Piloto.
Pintaram-me e pentearam-me. Tive madrinhas à minha volta a tirar fotografias, a dizer gracinhas e a esconder que estavam mais nervosas que eu.

Há 4 meses certos, depois de muita galhofa, desfiles de passerelle, fotografias até dizer chega, um brinde com o champanhe que a TAP me ofereceu para compensar um descuido que teve comigo, eu fui direitinha a ti e aquele altar.



Há 4 meses eu disse que sim. Não estava nervosa, não estava ansiosa, não estava envergonhada. Estava feliz. Muito feliz. E certa. Mais certa que nunca. Cheguei a pensar que alguma coisa de errado se passava comigo por não me sentir nervosa, ou por não ter chorado, nem sequer emocionado. É que eu estava tão feliz e queria tanto aquilo que apenas deixei que as coisas fossem rolando da maneira como tinhamos pensado e planeado nos últimos meses. Rodeados dos nossos amigos e da nossa família, a partilhar e dizer ao mundo o quanto não temos medo de dar este passo com a certeza do grande amor que nos une.

Há 4 meses pareciamos tão novos como parecemos agora (vimos no outro dia o filme e ninguém nos dá mais do que 17 anos)... e somos. Muito novos. Tão novos que pode parecer asneira. Tão novos que faz os velhos (de espírito) temer pelo nosso futuro... e aproveitar a vida? e viajar? e conhecer outras pessoas? e o duro que é uma vida a dois?

Que sabor pode ter a vida quando não é partilhada com aqueles que amamos? O que poderá ser aproveitar mais a vida do que, todos os dias, adormecer e acordar ao lado do homem da minha vida? E aquela sensação de me virar a meio da noite e não precisar de abrir os olhos para sorrir só de o sentir ali ao meu lado? E por que não viajar e conhecer outras pessoas com ele ao meu lado? E fazermos amigos, e angariarmos telefones, facebooks e moradas de outros para podermos continuar a viajar com sítio onde ficar?

O duro que é uma vida a dois? Pois é... a história dos meus pais já mo tinha ensinado e eu cheguei aqui bem mentalizada de que o casamento é feito de realidade. Mas, o que poderá haver de mais bonito do que a vida a dois ser construida pelos dois? E as vezes que for preciso destruir, ser pelos dois? e voltar a construir... tantas vezes quantas for preciso. Termos casados (tão) novos não nos traz desvantagens, pelo contrário: traz a vantagem de podermos crescer moldando-nos um ao outro, ter a tolerância e ausência de caprichos que nos permitirá rir das coisas estúpidas e insignificantes que minam os casamentos de hoje em dia. Permite-nos crescer na certeza de que precisamos um do outro e não nos confere a falta de humildade de pensar que somos mais do que suficientes e nos bastamos para fazer caminho sozinhos.

Há 4 meses disse que sim, que queria crescer contigo e fazer-te crescer a ti. Há 4 meses disse que sim, que confiava plenamente em ti ao ponto de te entregar a responsabilidade pela minha felicidade. Há 4 meses disse que sim à mais difícil das missões: ser responsável pela concretização dos teus sonhos e pelo teu caminho até ao céu.
Há 4 meses dissemos que sim, que não temos medo daquilo que nos espera porque habita em nós a certeza de que é a este amor que vamos buscar as forças para tirar, saltar ou afastar as pedras do caminho.
Há 4 meses dissemos que sim, que nos aceitamos com aquilo que somos e que temos mas, mais do que isso, que estamos abertos a tudo o que ainda virá. E não nos poderemos estranhar porque vamos fazê-lo juntos, porque vamos assistir diariamente a este fenómeno que tem tanto de bonito como de assustador que é o crescer, desenvolver-se, envelhecer.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

o meu foi assim


Era o nosso quarto verão como namorados mas nunca tínhamos passado nenhum juntos (aliás, só um, o primeiro). De resto, eu fui fazer missões para o Brasil e ele viajar pela Europa. No outro, eu fiz o meu interrail e ele estava a trabalhar. No outro, eu fui pela Ásia e ele estava a trabalhar.

Ao fim de 4 anos de namoro já não conseguiamos com os comentários e perguntas de todos "quando é que casam?", "então quando é que é o casamento'".... e nós lá alternavamos entre fases de euforia, em que diziamos que se calhar até podíamos casar, e fases de um cagaço descomunal (afinal, somos muito novos, só ele tem trabalho, eu ainda estou a estudar...).

Enfim. Nisto, decidimos não falar nem pensar mais no assunto, até para que conseguíssemos perceber quando o entusiasmo e a certeza vinha de nós e não por insistência de fora.

E assim foi. Silêncio acerca do casamento. Esforço brutal para não falarmos mais em sonhos para não antecipar decisões. Segui para a (minha) Ásia.

Passou-se um mês. Muitos emails mandados, muitos internet cafés, muitas declarações de amor. Muitas saudades acumuladas.

Dia 29 de Agosto apanho o meu avião que sai de Bangkok, sozinha.
13 horas depois aterro em Amesterdão.
Das 6.50 da manhã às 10.30h estou sentadinha numa cadeira em Amesterdão.
As 12h chego a Londres. Verifico que só tenho uma libra e que são precisas 3 para deixar a mochila. Resumindo, não posso ir a lado nenhum, e lá terei de me sentar na mesma cadeirinha até às 7h da manhã do dia seguinte.
Decidi gastar essa libra na cabine e ligo para o D. a pedir que me tente arranjar um voo que volte ainda nesse dia para que não tenha de ficar 19horas no mesmo sítio, a olhar para a mochila. Ele procura e diz que não há nada, tudo à volta dos 300 euros, dinheiro que eu não podia dar.
Assim fiquei. Sentada. Embrulhada na minha manta da ChinaAirlines. Entre momentos que dormitava e outros que, sobressaltada, via se ainda tinha tudo comigo. Às vezes comia restos de pão e latas de atum que ainda sobravam da viagem e fui à casa-de-banho uma vez (com a mochila, os sacos, tudo).

Eram 21.15 quando oiço assobiar e olhei para a direita na esperança de que, finalmente, tivesse chegado o voo do meu irmão e a minha prima M. que tinham feito a viagem comigo mas que vieram num voo diferente.
Eram eles. Mas com eles vinha o D.

Fiquei baralhada. Como é que estás aqui??? Lá explicou que, de facto, não havia bilhetes baratos para voltar mas que tinha encontrado um baratuxo para ir e, assim, sempre era uma maneira de nos vermos um dia mais cedo e matarmos as saudades do último mês inteirinho.
Não acreditava, estava mesmo contente. Mas tão cansada. Há 9 horas na mesma cadeira e há mais de 24h em trânsito. Se as saudades eram muitas, a resmunguice também.

Insistiu muito para que, pelo menos, saíssemos do aeroporto (nunca tinhamos estado juntos fora de Portugal)... demorei a ser convencida, mas lá deixei mano e prima a dormir nas cadeiras do aeroporto e fui. Chegamos ao Big Ben no momento em que as luzes se apagavam.

E assim foi, plena cidade de Londres, com o meu namorado que não via há um mês, com a viagem da minha vida ainda quente, ele ajoelha-se em plena Times Square e diz que assim não dá mais e que não pode admitir mais tanta ausência, tanta saudade, tanta falta de sentido quando estamos longe e não partilhamos o que vivemos.

Pronto. Saí de Portugal num belo dia de Julho e voltei um mês depois, com a experiência da vida, o país do coração e noiva do amor da minha vida.

Alguém quer contar como começou o seu forever?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Soube que não podia viver sem ele...

...quando ontem lhe vi a febre e tinha 40ºC e depois olhei para a sua cara e estava tão encarnado, tão encarnado que jurava que explodia. Fiquei mesmo assustada.
Lá veio um amigo à duas da manhã com o antibiótico... eu dormi no sofá as 5 horas que consegui dormir e a modos que é assim... já não vou para a Serra da Estrela como estava combinado, não o vou deixar aqui moribundo (e eu também ainda não estou recuperada) mas já sabíamos: o compromisso que se assumiu, "na saúde e na doença"...

Vá, põe-te bom, para podermos voltar às nossas palhaçadas e a ter a parte boa do casório que já estou farta de golinhos de água, sopa passada, mudar-te a t-shirt e ralhar contigo.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Private de manos - #2

E quando o J.M., a caminho do Alentejo meteu uma garrafa de água no buraquinho do encosto da cabça da Mãe e a empurrou com toda a força?
ahahaha a Mãe pensou que ele tinha ficado maluco de um momento para o outro

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

bebés e tal

Ao mesmo tempo que deve ser horrível passar os últimos meses da gravidez no pingo do Verão, deve ser mesmo bom e quentinho ter um recém-nascido em casa a passar o Natal.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ele é tão querido, tão querido

Que hoje foi ao supermercado.
Chegou a casa com os sacos e, sem eu ver, arrumou tudo.
Disse que ia treinar, que já estava com saudades do rugby.
Eu trouxe o feijão verde para a sala para ir arranjando enquanto via televisão.

E, assim do nada, enquanto esperava pela sua boleia, desatou a arranjar o feijão verde.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

sei que sou suspeita

mas adoro vê-lo de aliança