acabei de ver que escrevi a palavra estaminé (que nem sequer uso muito) em dois posts seguidos.
Três, agora!
terça-feira, 13 de março de 2012
Pequenos comentários acerca do tempo
1 - Os lençóis que lavei e estendi esta manhã já estão secos.
2- Acham que veio para ficar? Estou vai não vai para montar a rede no pátio...
2- Acham que veio para ficar? Estou vai não vai para montar a rede no pátio...
Gosto da terça-feira
e de ter tempo para pôr a casa em ordem. Estas manhãs em que o estaminé fica como novo, a roupa cheira mais a lavado, entram os lençóis da cama ainda esticados e a sala cheira a pronto das madeiras.
Também é, geralmente, um dia em que me lembro que engomar não está sequer no top 100 das minhas actividades preferidas!
só o facto
de ter, lá para trás, um post com as palavras "Ordem dos Psicólogos" e "Estágios Profissionais" vale umas boas dezenas de visitas diárias aqui ao estaminé.
Anda tudo às aranhas, é o que me parece.
Anda tudo às aranhas, é o que me parece.
segunda-feira, 12 de março de 2012
"Quando estamos saciados falta qualquer coisinha, quando temos queremos ter mais, tudo num sentido de urgência e atropelo em que "acumular" é palavra de ordem. E eu que me quero livre destas e de outras coisas!
Diz Bowles que passeava em Paris com a ajuda de uma lanterna pequena e da Lua, que lhe servia mais que a primeira. Acredito que será assim em nós, corpos como casas, nas praças e linhas de Corbusier: o rumo é recto, o caminho pode ser sinuoso e tudo será coerente quando se alinharem os dois. No que for possível. No que permitirmos que as possibilidades são infinitas e, como a Lua, simples e solitárias. Não anónimas."
Diz Bowles que passeava em Paris com a ajuda de uma lanterna pequena e da Lua, que lhe servia mais que a primeira. Acredito que será assim em nós, corpos como casas, nas praças e linhas de Corbusier: o rumo é recto, o caminho pode ser sinuoso e tudo será coerente quando se alinharem os dois. No que for possível. No que permitirmos que as possibilidades são infinitas e, como a Lua, simples e solitárias. Não anónimas."
Não sei de quem é
domingo, 11 de março de 2012
ES-PE-TA-CU-LAR
Nem sei se irei conseguir descrever. Tento amanhã que agora esta descarga toda de adrenalina deixou-me a rastejar, vou dormir.
Uma coisa é certa, para repetir. Tantas vezes quantas me for possível. Inacreditavel.
(que o acordo ortográfico sirva para alguma coisa nem que seja para facilitar a divisão por sílabas da palavra do título)
Uma coisa é certa, para repetir. Tantas vezes quantas me for possível. Inacreditavel.
(que o acordo ortográfico sirva para alguma coisa nem que seja para facilitar a divisão por sílabas da palavra do título)
sábado, 10 de março de 2012
com a idade as coisas mudam
nomeadamente pensar que me posso sentar às 11.23h no Bairro Alto para jantar, sair do restaurante às 01.05, ir beber um copo, chegar a casa as 05.00h e que dormir 4 horas me vai deixar fresca para Sábado.
Não estou. Nada fresca. O que é mau para aquilo que se segue!
Não estou. Nada fresca. O que é mau para aquilo que se segue!
sexta-feira, 9 de março de 2012
fogo pá
esta profissão tem tanto de gratificante como, muitas vezes, de sufocante pelas histórias que ouvimos e que passam a ser também um bocadinho nossas.
não gostei
da ousadia de um empregado de um restaurante que me respondeu, ao ligar a reservar mesa para jantar e pedir que fosse à janela, desta forma:
"Oh minha senhora, da minha experiência isso é completamente indiferente. Para além de estar noite, as pessoas jantam juntas para conversar, não é para ver a vista".
...
"Oh minha senhora, da minha experiência isso é completamente indiferente. Para além de estar noite, as pessoas jantam juntas para conversar, não é para ver a vista".
...
quinta-feira, 8 de março de 2012
da Quaresma
e a analogia com o deserto.
Seja eu capaz de me aventurar pelo meu deserto fora, em bicos de pés para a areia não queimar, buscando oásis e resistindo ao cansaço.
Seja eu capaz de me aventurar pelo meu deserto fora, em bicos de pés para a areia não queimar, buscando oásis e resistindo ao cansaço.
e agora
estou a fazer o contrário do que prego o dia inteiro e estou a adiar a ida para a cama por causa do computador.
´tá mal!
´tá mal!
quarta-feira, 7 de março de 2012
gosto
que a vida me surpreenda e me desafie.
gosto desta sensação de frio na barriga, da incerteza que eu sei que reside naquilo que até dou como certo.
gosto de pensar que aquilo que não consegui hoje ainda conquistarei amanhã.
Também gosto da gelatina de chá verde com framboesas do Go Natural.
gosto desta sensação de frio na barriga, da incerteza que eu sei que reside naquilo que até dou como certo.
gosto de pensar que aquilo que não consegui hoje ainda conquistarei amanhã.
Também gosto da gelatina de chá verde com framboesas do Go Natural.
terça-feira, 6 de março de 2012
e a vida é tão melhor
com estas boas conversas.
Estas, sim, que nos fazem parar, dizer "huummmm" como quem se deparou com alguma coisa que está escondida mas com o rabo de fora, a pedir que se destape.
Estas conversas em que acabamos mais desconcertados, que nos impelem a ir buscar uma folha branca, fazer um esquema, procurar razões e boas explicações para termos feito assim e não de outra maneira.
Estas conversas que nos confrontam com os nossos gostos, as nossas escolhas e as nossas decisões e que nos fazem dar por nós a dizer cá dentro "então é assim...."
E nem sempre é assim, não da maneira como achamos que é.
Estas, sim, que nos fazem parar, dizer "huummmm" como quem se deparou com alguma coisa que está escondida mas com o rabo de fora, a pedir que se destape.
Estas conversas em que acabamos mais desconcertados, que nos impelem a ir buscar uma folha branca, fazer um esquema, procurar razões e boas explicações para termos feito assim e não de outra maneira.
Estas conversas que nos confrontam com os nossos gostos, as nossas escolhas e as nossas decisões e que nos fazem dar por nós a dizer cá dentro "então é assim...."
E nem sempre é assim, não da maneira como achamos que é.
segunda-feira, 5 de março de 2012
esta coisa
de não ter carro e começar o dia com sessões de formação numa escola em Queluz às 08.10 complica a vida!
sábado, 3 de março de 2012
Hoje
é o dia da minha soltura.
Primeira aparição pública, dois workshops para dar num congresso.
Bora lá.
Primeira aparição pública, dois workshops para dar num congresso.
Bora lá.
sexta-feira, 2 de março de 2012
das medidas impensadas
"Telmo Baptista alertou para o perigo da diminuição de psicólogos numa altura em que «os números crescentes» dos casos de suicídio e de depressão são «cada vez mais preocupantes».
«Em vez de termos mais recursos para lidar com esta situação, temos cada vez menos», lamentou o bastonário, defendendo que, apesar de ter de haver restrições, deve assegurar-se que «os danos existentes possam ser diminuídos pela capacidade de resposta», que está a baixar em «sítios vitais», como nos centros de saúde, hospitais e escolas.
Telmo Baptista adiantou que nas escolas, em termos de estágios que terminaram, foram dispensados 200 profissionais. Nos estabelecimentos de saúde, o número de psicólogos dispensados é «muito variável», mas há hospitais e centros de saúde onde essa situação afectou um terço dos profissionais.
«Diminuir recursos onde eles são necessários e numa altura destas é como ter um incêndio e estar a transportar água para outro lado qualquer. Nós precisamos da água onde está o incêndio», comentou.
O bastonário adiantou ainda que «o clima de desesperança, que se vai instalando, dá um contributo muito forte para que as pessoas se sintam sem perspectivas» e aumentem os casos depressão e ansiedade.
Mas, salienta, «há saídas para as crises e as pessoas têm recursos pessoais que podem utilizar», sendo muito importante «o contributo dos psicólogos» para ajudar as pessoas a adquirirem essas capacidades para ultrapassarem as situações de crise.
Para o bastonário, uma intervenção atempada pode ser a diferença entre conseguir que as pessoas retomem as suas actividades ou fiquem progressivamente mais perturbadas e em situações precárias de saúde, o que «tem custos adicionais».
«Podemos estar a criar uma situação em que, para não gastar uma quantia que é aceitável, podemos vir a gastar muito mais daqui a uns tempos e ter as consequências sociais disso», avisou."
Telmo Baptista adiantou que nas escolas, em termos de estágios que terminaram, foram dispensados 200 profissionais. Nos estabelecimentos de saúde, o número de psicólogos dispensados é «muito variável», mas há hospitais e centros de saúde onde essa situação afectou um terço dos profissionais.
«Diminuir recursos onde eles são necessários e numa altura destas é como ter um incêndio e estar a transportar água para outro lado qualquer. Nós precisamos da água onde está o incêndio», comentou.
O bastonário adiantou ainda que «o clima de desesperança, que se vai instalando, dá um contributo muito forte para que as pessoas se sintam sem perspectivas» e aumentem os casos depressão e ansiedade.
Mas, salienta, «há saídas para as crises e as pessoas têm recursos pessoais que podem utilizar», sendo muito importante «o contributo dos psicólogos» para ajudar as pessoas a adquirirem essas capacidades para ultrapassarem as situações de crise.
Para o bastonário, uma intervenção atempada pode ser a diferença entre conseguir que as pessoas retomem as suas actividades ou fiquem progressivamente mais perturbadas e em situações precárias de saúde, o que «tem custos adicionais».
«Podemos estar a criar uma situação em que, para não gastar uma quantia que é aceitável, podemos vir a gastar muito mais daqui a uns tempos e ter as consequências sociais disso», avisou."
Tvi24 (online)
quinta-feira, 1 de março de 2012
Ai Mia Couto
(...) "A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras. " (...)
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras. " (...)
eu testemunhei esta conversa
ela: - Queres explicar por que é que o tampo da retrete está com manchas amarelas?
ele: - Hummm.... é que me disseram que se queimasse papel higiénico depois de fazer cocó o cheiro desaparecia... mas não correu muito bem..
ele: - Hummm.... é que me disseram que se queimasse papel higiénico depois de fazer cocó o cheiro desaparecia... mas não correu muito bem..
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Mário Quintana
Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Onde há crise há esperança
"O problema não é se dói ou se não dói, é como é que vivo a dor, com que sentido, com que integração, com que compreensão dos outros, avaliando em que medida é que essa dor me ajuda a crescer e a humanizar-me."
really?
Nas estatísticas deste blogue, na secção que me diz as palavras mais pesquisadas no google que acabam a vir dar aqui, está lá bem escrito que 5 pessoas vieram cá parar porque pesquisaram a seguinte frase:
What?
"banho turco rapaz massagem nua tocou"
What?
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
no outro dia,
Tinha um ar tão giro...
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Tomei uma decisão difícil
Vou oferecer a mim própria a espectacular coisa de..... ter fim-de-semana!
Sim, mesmo fim-de-semana. Sem horas para acordar, com aquela coisa do "hummm, deixa lá ver o que tinha para fazer agora, hummmm, pois vou ver o que está a dar na televisão.... humm, alguém ligou? Não? Então vejo mais um bocadinho de televisão".
É isto mesmo. Descansar, recuperar o meu estado débil de saúde. Preciso de visitar os meus pais e tenho uma festa de 1 ano no Domingo. Fora isso a nada mais estou moralmente obrigada.
Há tanto tempo que não sei o que é acordar sem despertador ou não ligar o computador para ver emails...
E se, por um mero acaso, acabar aqui sentada a adiantar coisas, não é por obrigação nem me vou sentir cansada. Vou fazê-lo só no caso de não estar a dar nada interessante e não tiver nada para fazer. Que eu cá não sou de papar porcarias na televisão só porque sim e ao menos adianto serviço!
Vamos lá ver como corre, vou estranhar!
com isto
do meu homem não ter trabalhado na terça-feira fiquei toda baralhada dos dias e esta semana, embora eu tenha trabalhado todos os dias, parece-me minúscula. Mas não é, e o meu corpo confirma.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
e agora
metemo-nos na organização da Peregrinação, o que até Maio acaba com as únicas horas livres do meu dia que eram das 21h às 00.00h, que isto de se organizar uma peregrinação a Fátima para cerca de 450 pessoas em dois meses não é pêra doce.
Acreditando que temos sempre mais para dar, que podemos sempre acrescentar e com esta vontade sempre presente de querer proporcionar aos outros fortes encontros com Deus.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
mais um dia,
mais uma hipótese, mais de mim, mais chá e bolachas de água e sal, mais olheiras, mais esforço, mais gratificação, mais vida, mais crescimento.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
bem mascarada
de doente.
Incluiu vómitos e tudo.
Mesmo assim por aqui não se parou de trabalhar e nestes dias não houve tolerância de nenhuma espécie.
Incluiu vómitos e tudo.
Mesmo assim por aqui não se parou de trabalhar e nestes dias não houve tolerância de nenhuma espécie.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
andar
sempre em frente. nunca parar. talvez abrandar de vez em quando, porque permite dar melhor cada passo. mas nunca parar. pensar. não pensar sempre o mesmo nem da mesma forma. sair da zona de conforto, ficar incomodada com os próprios pensamentos. e receosa. ousar. ousar dizer esses pensamentos em voz alta, quem sabe um dia até dizê-los a alguém. não há limite para o que podemos fazer quando arriscamos, saímos da caixa e rasgamos as arestas do quadrado a que, maior parte do tempo, estamos confinados.
Apetece-me não trabalhar hoje, não planear mil workshops e animar bonequinhos. Hoje apetecia-me arrancar com não sei quantos projectos que trago em mim. Escrever na folha branca os que ainda não escrevi e dar um empurrão aqueles que estão ali, na pasta que diz "projectos" dentro da pasta "trabalho" do meu desktop.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Diz o Gameiro
Na parada do amor existe uma necessidade de agradar, diminuem-se as diferenças e as possíveis divergências. Porém na vida a dois, no quotidiano, este princípio é difícil de conservar.
O casal perante as diferenças, e convencido de que estas podem ser um sinal perigoso para desentendimentos, procura no silêncio um escudo de protecção contra eventuais conflitos. O silêncio dá-lhes a vã ilusão do acordo entre ambos.
--
O conselho mais sábio que a minha sogra me deu antes de casar foi o de nunca adormecermos zangados. Certo é que ainda só passou um ano e meio mas Deus lá sabe o quão útil já foi ter ouvido aquelas palavras. Nesta tourada a dois, sentar, ouvir, não deixar de dizer é, quanto a mim, regra de ouro.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
15 Fevereiro
"Aí vais tu, montas no tempo alado, que te leva, sobre a orla da vida que não tocas. Cobres-te com o ouro que colhes nas tuas viagens e sonhas que o brilho é o sol que aquece a tua noite escura e fria. Mas sabes-te iludido, um menino assustado e só, que canta para si canções de embalar. E então correr, corres, para que o tempo veloz te suspenda na superfície da vida que tanto desejas e temes."
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Valentine
Meu amor, sabes como não ligo nada a estas datas que alguém decidiu impor.
Assim, aproveito e desejo-te já, desde hoje até 2067, FELIZ DIA DOS NAMORADOS.
Olha que bem que ficaremos:
Assim, aproveito e desejo-te já, desde hoje até 2067, FELIZ DIA DOS NAMORADOS.
Olha que bem que ficaremos:
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
eu fui/sou
aquele género de pessoa e de amiga que nunca deu muito espaço para o lamento de relações falhadas.
Mil vezes um namoro que acaba do que qualquer coisa, que nem pode ter nome, entre duas pessoas que se arrasta sem que a totalidade dos dois seres esteja investida.
Porque sou uma pessoa de fé e porque acredito que há mesmo um caminho de felicidade para cada um, o passo seguinte era partir em busca daquilo que nos está reservado.
E só parar quando se encontra.
Mil vezes um namoro que acaba do que qualquer coisa, que nem pode ter nome, entre duas pessoas que se arrasta sem que a totalidade dos dois seres esteja investida.
Porque sou uma pessoa de fé e porque acredito que há mesmo um caminho de felicidade para cada um, o passo seguinte era partir em busca daquilo que nos está reservado.
E só parar quando se encontra.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
6 anos e 2 meses de namoro
e continuo a adorar celebrar todos os dias 10. Acho que isto nos reinventa, nos desafia, nos aproxima.
Apaixonar-me outra vez, todos os meses. Porque casar não é perder o namorado, é passar a tê-lo ali, mais perto.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
das conquistas
o pior das relações é a incerteza. Das relações e não só. Sei lá, de tudo na vida. Ou bem que se anda ou que não se anda. Não se saber é terrível. Ou bem que se tem trabalho ou não se tem, ficar na expectativa é agonizante. Saber que aqueles que amamos estão bem é reconfortante, saber que estão mal dói, mas não saber deles pode ser um desespero... e muitos outros exemplos poderia soltar aqui.
E agora, para que isto não fique com um tom muito dramático, explico por que raio me lembrei disto: é que finalmente estou perfeitamente em paz com a relação com este blogue. Ou conjunto de textos. Ou delírios.
Ninguém que tem um blogue pode dizer que não gostava de vir a ter o destaque que tem uma Pipoca Mais Doce, uma Polo Norte ou uma Cocó na Fralda. É mentira. Todos gostaríamos de ter tanta audiência, saber que contamos com umas boas centenas (milhares?) de visitas por dia, que há quem esteja realmente interessados no que dizemos.
Provavelmente quando criamos o nosso blogue fazemo-lo inspirados por esses exemplos e piamente convictos de que também conseguimos esse estrelato.
Mas depois a realidade apodera-se e verificamos que não temos assim tanto para dizer. Pior, vemos que até poderíamos ter coisas para dizer mas que se encaixam em duas categorias: ou não interessam a mais ninguém que a nós próprios ou ultrapassam em larga escala o grau de auto-revelação que queremos atingir.
Não quero que todos saibam de tudo, não quero sequer passar a imagem de que a minha vida é mais interessante ou perfeita do que realmente é, não quero utilizar o blogue para carpir mágoas atrás de mágoas e passar a ser a alma sofrida da blogosfera.
A serenidade foi atingida ao assumir que quero utilizar o blogue para aquilo que o utilizo agora. "Falar"quando não há ninguém à minha volta para ouvir. Quando passo horas infinitas ao computador, antes a estudar e agora a montar formações, palestras, workshops, e sinto necessidade de comentar o que quer que seja e mandar um pequeno desabafo.
E pronto, sem pretensões de que isto um dia seja publicado, sem a sensação de que poderei vir a ser julgada e, muitas vezes até um pouco envergonhada com tanta - que afinal é tão pouca - exposição. Sim, porque fico muito atrapalhada sempre que descubro que alguém que conheco perde tempo a ler estas coisas.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
fico de boca aberta
com a forma inconsciente como muitos pais perpetuam as dificuldades dos seus filhos e, tantas e tantas vezes, contribuem para as acentuar.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
das aprendizagens
Houve um post que pode ter sido mal interpretado um dia destes, lá atrás. Em que dizia que podia ter ganho 4000 e tal euros numa semana se ganhasse 100 eur à hora.
Não era objectivo gabar umas míseras 8 horas de trabalho por dia porque isso até é bem menos do que estava habituada (devo lembrar que 14/15h era a minha média de horas de estudo/estágio/tese por dia?) e muito menos era objectivo dizer que merecia esse dinheiro todo por hora de trabalho.
Na minha cabeça o raciocínio continuava "Se ganhasse 50eur/hora, teria feito 2000 e tal, se ganhasse 25eur/h teria ganho 1000 e tal, se ganhasse 12,5eur/h seriam 500, se ganhasse 6eur/h seriam 250..."
Como não ganho nada, não recebi nada!
A vantagem de se trabalhar, em contexto profissional sem receber nada é que aprendemos a buscar gratificações de outras maneiras. Nos sorrisos, nos elogios, nas conquistas, no aumento do volume de trabalho. Aprendemos, quando a situação não se arrasta por tempo infinito que nos leve à frustração, a dar sempre mais e mais como forma de provar o nosso valor e que possamos, um dia, fazer a diferença na equipa em que nos inserimos.
Espero vir a conseguir porque o esforço, esse pelo menos, é presença constante no dia-a-dia.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
esta história dos maridos
pode ser um bocadinho como a história das Mães. Todos achamos que a nossa é a melhor do mundo, mesmo sabendo que o vizinho do lado está convicto que a dele é que é.
E se com as Mães a coisa até pode ser mais ou menos irracional e totalmente tomados de sentimentos pirosos e sensação de gratidão pelo seu contributo à nossa existência, com os Maridos é bom que achemos mesmo isto porque afinal de contas, salvo raras excepções, fomos nós que escolhemos.
Com o dia-a-dia a facilidade de encontrar as coisas perfeitas do melhor do mundo vai-se desvanecendo. É natural.
O que precisamos é de não nos esquecermos que ele é, de facto, o melhor do mundo e fazermos este jogo de detectives em busca constante de tudo o que o possa provar.
E adoro isso. Este exercício de olhar às pequenas coisas, à loiça tirada da máquina sem eu perceber, ao sumo de abacaxi com hortelã no frigorífico à hora do pequeno-almoço, ao meu pijama em cima do aquecedor quando volto de lavar os dentes.
Às vezes digo alto, mesmo sabendo que não é verdade, que ele não tem defeitos nenhuns. E isso ajuda, e aperta os abraços.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Ponto de situação a meio da tarde
Sábado. Os dois a pé desde as 09.30.
Ele sai para ir ajudar o primo a mudar de casa.
Eu faço a cama, arrumo a cozinha. Arrumo a sala. Arrumo o estendal todo do meu trabalho da semana para fingir que ainda temos mesa de jantar. Recolho a roupa, ponho mais a lavar.
Sento-me um bocadinho a ver Grey´s Anatomy que gravei ontem.
Estoira o quadro da luz. Botão para cima, botão para baixo. Nada. Não posso lavar roupa, não posso aspirar, não posso tomar banho, não posso ligar o aquecedor e estou a congelar. E o congelador a derreter.
Ligo-lhe. Ele vem. Percebe que houve curto circuito na cozinha. "Mexeste na Bimby?'" " Não" "Mexeste, sim" "Arrumei-a, só". Pois, mas não secou. Fez curto circuito. Já está. Já agora, pede ele, podiamos mudar o microondas de sitio. Dá lá um jeitinho. Volta a sair montado na sua carrinha.
Limpo, mudo o microondas. Tento acabar o episódio. Não dá. Estamos sem televisão. Espero meia hora enquanto arrumo o quarto. Nada.
Ligo para a MEO. 1h15min ao telefone. Ficou resolvido. No meio aqueci a sopa, assei umas castanhas e foi isso que almocei, sentada no chão em frente à box, enquanto ligava e desligava cabos.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
ainda me lembro...
... do dia em que, junto à lareira, informei os meus pais que ia sair do curso de Biologia na Faculdade de Ciências. Não sabia para onde ia, mas que ali não continuava.
Seguiu-se a informação de que nas duas semanas seguintes estaria por aldeias de Portugal a fazer Missão. A dar comida à boca nos lares, a ajudar nos ATL´s, a falar em aulas de formação cívica e a bater porta-a-porta para fazer companhia aos esquecidos das suas vilas.
Na cara dos meus pais estava a ausência de expressão. A filha dos 18´s, 19´s e 20´s que sempre quis ser Bióloga, que agora punha tudo para trás das costas e partia sem rumo.
Ainda me lembro de, num dia dessas duas semanas, a Srª Isabel, internada num centro de saúde, ter feito xixi pelas pernas abaixo enquanto insistia em comer M&M´s convencida de que eram comprimidos. Foi esse, esse momento exacto em que lhe trocava a fralda que eu decidi que ia para Psicologia. Que não bastava mudar as fraldas, que tinha de saber o que se passava na sua cabeça. Como se passava.
Cheguei a casa e dei a notícia. Desde então encontrei o meu lugar.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
às vezes
queria falar mais do meu trabalho mas, depois, sinto que exponho algo que na verdade não é meu. São vidas. Vidas de outros. Vidas que não se sentem iguais às outras. Vidas sofridas, com lutas que não sentem força para vencer.
Gosto dos dias que são enormes. Tão grandes que parecem dois. Em que estudo, aprofundo, vejo, aprendo, oiço, bebo. Bebo sofregamente a experiência daqueles que estão à minha volta, que levam muitos mais anos disto e que tocam essas vidas muito melhor do que provavelmente um dia eu vou conseguir.
Ontem, alguém que admiro e respeito muito, já com bons anos de vida e outros tantos livros publicados, disse acreditar que o futuro está no ensino e intervenção online, no chegar às pessoas da forma como hoje é mais fácil chegar. E sinto-me bem, reconfortada, por sentir que é aí, nesse futuro, que eu ando a investir os meus dias.
Não fosse esta porcaria deste corpo que parece que anda avariado, com análises a chegar cada vez pior, a fazer acentuar o cansaço e dar-me sono muito cedo, e tudo estaria perfeito.
Tratar de mim primeiro devia ser prioridade. Mas quero acreditar que posso tomar conta dos outros e ir tratando de mim. Tudo ao mesmo tempo.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
já agora
(e depois acaba-se o estrelato,sim?) Essa coisa das estátuas não faz sentido nenhum. Por que raio quereria eu ser eternizada num metal qualquer e ficar especada no meio da rua para ser vista por pessoas que não conheci de lado nenhum? Parece-me parvo.
adoro o meu novo hate friend
que me manda mensagens verdadeiramente estimulantes aqui para o estaminé. Obrigada.
Adoro ainda mais que seja anónimo por isso não sei a quem devo agradecer o facto de me ajudar a ser uma pessoa mais esforçada e tolerante.
Adoro ainda mais que seja anónimo por isso não sei a quem devo agradecer o facto de me ajudar a ser uma pessoa mais esforçada e tolerante.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Se eu ganhasse 100eur à hora
Numa semana de trabalho mais o dia de hoje, teria feito 4800eur.
Mas não ganho.
Mas não ganho.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Para quem não leu isto no facebook
" 25 de Dezembro. Foi o último dia do André na redacção. Sentou-se à mesa, no bar, como se fosse ficar ali para sempre. Como se aquela fosse a sua casa. Como se a dedicação e o brilhantismo de seis meses de estágio fossem suficientes para garantir um lugar entre nós.
O André foi o melhor estagiário que passou por aquela redacção desde que cheguei. O André trabalhou dia e noite, fez sábados, domingos e feriados. Dispensou folgas, esqueceu horários, correu, transpirou, apanhou chuva, frio e voltou sempre com aquele sorriso de quem ama o jornalismo. O André fez reportagens brilhantes: entrevistou ministros, pescadores, sem-abrigo, artistas de circo, sempre com o mesmo rigor, a mesma dedicação, o mesmo profissionalismo. O André aprendeu a editar, a legendar, a sonorizar e a escrever como poucos. O André será um grande jornalista deste país, se o país deixar. O André foi-se embora no dia de Natal, depois de mais uma jornada de intenso trabalho na redacção. Acabou o estágio.
A crise. A crise. A “crise diz” que não há espaço para o André numa empresa com nove milhões de lucro. O André não é bom. O André é muito bom. Mas ser muito bom não chega num país liderado por medíocres. E é este o drama da geração do André. Esqueçam esse eufemismo da “geração à rasca”. Esta é a geração sem futuro num país liderado por uma geração parida pelas “vacas gordas” do cavaquismo à qual o guterrismo deu de mamar. É esta, sim. É esta a geração que mostrou o rabo indignada contra o aumento de meia-dúzia de tostões nas propinas. Tão rebeldes que eles eram.
A reforma da legislação laboral deve ser feita em nome dos miúdos como o André e não para desafogar empresas que em dez anos acumularam mais de 500 milhões de lucro. O ponto de honra tem de ser outro: valorizar o mérito e conceder oportunidade a quem mostra que tem valor. Dói? Vai doer a alguém, claro. Vai doer a quem está há anos encostado, por preguiça, a fazer os serviços mínimos na empresa, a quem não acrescenta valor, a quem não veste a camisola, nem está disposto a inovar e a tentar fazer diferente todos os dias. A esses vai doer. Que doa!
Essa reforma deve ser feita tendo por base a ideia de que um estagiário como o André, brilhante, depois de seis meses a pagar para trabalhar, não pode não ser absorvido por uma empresa que dá nove milhões de lucro. Não pode. Doa a quem doer. Se para isso é preciso flexibilizar o despedimento do medíocre, do preguiçoso, do incompetente, vamos a isso. Um país que desperdiça a geração do André é um país condenado. Estes miúdos já não exigem um emprego para a vida. Querem apenas uma oportunidade.
Deixemo-nos de utopias, de facto. Esta será mais uma reforma perdida para a maioria. O André continuará a enviar currículos. As empresas vão aproveitar a crise e a Lei. Um dia, o André acordará cansado e sem forma de continuar a trabalhar de borla em nome do sonho. Ou emigra, ou acaba na caixa do hipermercado para pagar a renda da casa que partilha com os amigos. “Não há drama”, grita a geração do poder. Pois não. Nem futuro."
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
um dia
vou dar jantares em casa sem ter de por debaixo da cama ou do sofá os meus livros, textos, agendas e computador nos dois minutos antes de os convidados chegarem.
Isto de a casa de jantar ser o escritório pode ser muito estafante!
Isto de a casa de jantar ser o escritório pode ser muito estafante!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
as dores de amor
são aquelas que magoam mais que as outras. As que nos tiram a fome, e o sono, e a força e a vontade. São aquelas que achamos que nunca vão passar. Que nos fazem pensar que não podíamos ter batido mais fundo e que dali não há regresso possível.
Mas as dores de amor também são aquelas que passam sem percebermos como ou porquê. E, na maior parte das vezes, quando não as contrariamos nem lhes pomos em cima "pomadas" que não curam mas disfarcam.
As dores de amor conseguem, ainda, fazer-se esquecer com facilidade. Rapidamente nos prontificamos a amar de novo, a sentir de novo, a enlouquecer de novo e no lugar da dor não se encontra nada, nenhum vestígio, que nos faça pensar duas vezes.
Ainda bem.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
que consiga sempre
manter os pés no chão, não entrar em fantasias e ver sempre o que é melhor para mim.
Neste início profissional acima de tudo.
Neste início profissional acima de tudo.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
vou continuar a dizer
Ao longo de todo o meu curso (e perante muitos comentários pouco agradáveis acerca da escolha de curso que fiz - principalmente quando a minha média me dava uma infinidade de opções) sempre fui dizendo e defendendo com muita convicção que, mesmo nos tempos mais difíceis, quem é realmente bom, quem se destaca, quem dá o que tem e o que não tem, quem veste a camisola com o maior dos orgulhos, quem não se contenta com a metade nem admite não dar tudo por tudo, arranjará sempre trabalho.
E, nos meses que se revelaram muito longos de Setembro e Novembro (em Outubro fui passear!) vi seriamente a minha vida a andar para trás e a pensar que tinha de engolir todas essas minhas teorias. Tenho-me em boa conta, a nível profissional, sei que sou esforçada, persistente, lutadora, cumpridora, etc e de repente percebia que as pessoas não estavam a dar trabalho. Não que não quisessem, mas não podiam.
No entanto, alguma coisa me fazia continuar a acreditar e a pensar que ninguém, com dois dedos de testa, poderia desperdicar talentos e bons investimentos e que, quando se quer muito, lá se dá o jeito.
E ainda bem que acreditei e é com muita alegria que confirmo a minha teoria. Os inquietos, os lutadores, os que correm sempre para ganhar, encontram lugares à sua espera e pessoas que não ousam não os aproveitar.
Com muito orgulho começo amanhã a trabalhar naquela que considero a clínica de desenvolvimento infantil com mais prestigio em Portugal, o CADIn. Tanto orgulho que há momentos do dia que não caibo em mim de contente e, ao mesmo tempo, de incredulidade.
Sim, tenho consciência da efemeridade das coisas. Não, não me acho a última coca-cola do deserto e sei que há malta que vem atrás, mais novo, com mais ideias, com mais dinheiro e contactos para as concretizar, com mais tempo livre, sem marido ou afazeres domésticos, sem vida social e viciado em trabalho. Mas também sei o meu valor, também sei a forma perfeitamente harmoniosa que encontrei de equilibrar todas as vertentes da minha vida, sei o meu amor que tenho à Psicologia e ao desenvolvimento das crianças, em particular.
Seja hoje no CADIn ou amanhã a pensar no que será da minha vida (e com a ideia, falsa, de que todas as portas se fecham) só me quero lembrar sempre disto: que o mundo é dos trabalhadores, dos esforçados, dos arrojados, dos atrevidos, dos inquietos e assim tudo (ou quase) se consegue.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
arrrhg
4 horas passadas. Num campo ainda faltam tirar 111 caracteres e no outro 23.
Estou, oficialmente, a desesperar.
Estou, oficialmente, a desesperar.
oh caraças
estou a preencher online o projecto de estágio e ultrapasso o limite de caracteres em todos os campos.
Vou mandar uma coisa com dez vezes menos qualidade do que sou capaz que eu cá não sou de escrever por tópicos!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
tão perto
e houve alturas em que achei que nunca ia trabalhar oficialmente.
Ainda assim, tanta coisinha para aprender aquela Ordem dos Psicólogos.
Hoje fiz rir o senhor das finanças quando respondi à pergunta da estimativa de rendimentos para o próximo ano que não seriam mais de 2000eur. Ai, e só eu sei como seria bom se arrecadasse isso tudo.
Um pé de cada vez e lá diz o Grande, o caminho faz-se caminhando.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Cantam os Anjos lá no Céu
Finalmente a Ordem aprovou o meu processo e sou oficialmente Psicóloga Estagiária, com direito a número de cédula profissional.O local de estágio também já assinou o protocolo de colaboração.
Já não falta tudo, mas ainda há outro tanto pela frente. Bora lá!
Já não falta tudo, mas ainda há outro tanto pela frente. Bora lá!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Querido rabo,
desculpa o que te fiz hoje quando decidi ir a uma aula de Bum Bum Brazil.
No verão vais perceber.
No verão vais perceber.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Querido Marido,
se no Natal se pedem as coisas a um suposto velhinho de barbas, no Ano Novo não vejo por que não pedir coisas a um jovem jeitoso como tu.
Já que andas tão triste com a falta de actualização deste blogue, cá fica algo dedicado a ti.
No fundo é só uma dica. Aliás, duas. Bem aqui pertinho, ao lado mesmo. É que a lista dos sítios que já visitei é extensa, tenho de admitir, mas está ainda longe de ser o Mundo inteiro. Que tal esfregares as mãos, olhares o mapa (e verás que há sítios aqui tão perto que ainda me escapam) e irmos dar o ar da nossa graça??
A segunda dica vem um bocadinho mais abaixo. A lista dos sonhos, pois tá claro. Convenhamos que não sou nada esquisita e ali há para todos os gostos e bolsos. Por que não apostares em deixar a verde mais um ou dois? - é que nem precisamos de sair de Lisboa...
Pronto, é tão fácil deixar-me feliz!
Grande beijinho
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