Depilação definitiva?
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
"Me pegue bem, misture alma e coração"

Foi ontem. Foi ontem que confirmei, com o carimbo da certeza absoluta, que a melhor coisa que fiz até hoje foi casar contigo.
O respeito dos meus amigos
Amigo 1 a contar uma história muito cómica: "Ahahahahaha, e depois ele andava para ali a correr todo xizado..."
Amigo 2: "Xizado???? Que é isso?"
Amigo 1 baixinho: "Mijado pá... mas não ia dizer que tá aqui a R... por isso disse com xixi, fica xizado praí...."
Amigo 2: "Xizado???? Que é isso?"
Amigo 1 baixinho: "Mijado pá... mas não ia dizer que tá aqui a R... por isso disse com xixi, fica xizado praí...."
domingo, 30 de janeiro de 2011
Ao Domingo...fala-me de amor
Viver é muito fácil porque meço a partir de ti o norte e o sul. Basta que existas para que os meridianos se arrumem e os oceanos não transbordem.
Teolinda Gersão, A Árvore das Palavras
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Esta é a nossa juventude - #2
Duas miúdas de 14 anos no autocarro:
A - Pá, tenho mesmo saudades dessa escola... f***-se.
B - Havias de ver o Cristiano. tá bué bonito este ano... mudou de estilo
A - Tipo o quê?
B - Agora usa assim calças à cagalhão, suspensórios para baixo, e um gorro no fim da cabeça, tipo à pateta. Bué bem...
A - Ya... agora com o Natal é toda a gente com roupa nova. Bué fixe...
A - Pá, tenho mesmo saudades dessa escola... f***-se.
B - Havias de ver o Cristiano. tá bué bonito este ano... mudou de estilo
A - Tipo o quê?
B - Agora usa assim calças à cagalhão, suspensórios para baixo, e um gorro no fim da cabeça, tipo à pateta. Bué bem...
A - Ya... agora com o Natal é toda a gente com roupa nova. Bué fixe...
As minhas histórias pelo Mundo - #3
Eu já estive no sítio mais louco do mundo.
No meio do Laos há uma terra que se chama Vang Vieng. Essa terra só tem uma rua. Ladeada de restaurantes e bares. Mas é só uma rua. De resto, só montanhas e mais montanhas. E o rio a passar.
Quando chegamos a Vang Vieng, a única coisa que vemos é gente entre os 20 e os 35 a passear descalços, de fato-de-banho e cheios de lama da cabeça aos pés.
O que se faz em Vang Vieng? Nada. Para além da melhor das actividades: TUBING!
Pela manhã, todos alugam um tube, ou seja, um pneu de borracha gigante. Depois entramos numa carripana que nos leva 5km acima, na montanha. E que nos deixa na margem do rio, num bar. O primeiro bar.
De que consta o tubing??
Então, pelos 5km de rio há vários bares (entenda-se, pequenas construções de madeira). Estamos em cada um o tempo que quisermos, bebemos de borla, saltamos para o rio, nadamos o que quisermos e quando nos apetecer mudar de bar é simples: entras na tua boia e vais com a maré.
Depois, quando quiseres subir a outro bar, só precisas de agarrar na corda que te vão lançando da margem.
O segredo? Deixar surpreender! Há o bar da lama, o bar do escorrega, o bar da comida (onde eu acabei na cozinha a fazer Chicken Sandwiches e do outro lado do balcão a servir cerveja)... ai, bons tempos!!
Há quem chegue até às 17h para reaver todo o dinheiro do tube, mas eu aproveitei até à última. Só voltei às 21h da noite e fiz o resto do rio com o céu mais estrelado de sempre (estrelas que algumas caipirinhas ajudaram a aumentar).
O Fábio, o meu neurónio acordado,
às vezes pergunta-se se aquela gente anónima e que não interessa a ninguém os famosos espalham pela sua casa, em molduras foleiras ao seu gosto as fotografias deles que saem nas revistas.
eram aos magotes
E eu pronto, lá ia passando os meus intervalos com elas a rir e a dizer disparates, a rever matéria para os testes e a discutir o futuro, a convencer pessoas para grupos católicos ou a ir à mesma missa que eu, a divagarmos sobre amores e desamores, a namorar e a combinar programas saudáveis como cinemas ou passeios de carro pela noite dentro (guinchos e tal, não é mister G?) que eu mal saía à noite.
É isto. Agora casei e espero que se acalmem. Acho que só me tornaram mais forte.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
E aquelas pessoas...
...que dizem "resumindo" vinte e sete vezes no seu discurso que, resumindo, dura cerca de uma hora?
Wood
Eu acabo o estágio e hiberno para a tese. Ele passa de "a termo" para "efectivo".
Há autocarros voantes para lá. Há casa nas duas ilhas.
Pronto, os astros alinharam-se e vamos só ali passar uma semaninha em Abril.
Calma, não se aflijam. Vamos contribuir para o crescimento da economia nacional, somos pelo "vá para fora cá dentro" e temos muita esperança de dar um bacalhau e um tá-se bem ao Albertinho.
E o título deste post? Chegaram lá?
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O sôtor Carlos Silvino
não estudou bem a lição e devia estar desconcentrado quando passou os olhos pela parte de que sabemos que a pessoa está a mentir quando dá pormenores exagerados e excessivamente detalhados acerca de acontecimentos a que a maioria das pessoas não presta atenção. Por exemplo, saber o padrão e a cor da camisa do não-sei-quantos que conheceu há 7 anos, 4 dias e três horas, às 14h58, que afinal é inocente... humm... não, não me parece.
Como fazer a sua mulher sentir-se fútil em 2,5 segundos
Eu: "Aii... um dia havemos de ter uma casa maior... com uma cozinha grande e cheia de armários para arrumar tudo. E, depois, numa das divisões, faço o meu closet. Adorava. Ver a minha roupa toda e poder escolher como se estivesse numa loja..."
Ele: " Nunca. Se um dia tivermos uma divisão que sobre eu quero fazer uma capela."
Silêncio.
Ele: " Nunca. Se um dia tivermos uma divisão que sobre eu quero fazer uma capela."
Silêncio.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Desconfiei que o meu coração parava um dia destes,...
... depois pensei que seria hoje. E eu nunca me engano.
Quando saí à rua pensei "Ahah, cá estás tu, morte maldita, vieste de frente com o vento. Eu sabia. Com este frio posso ir directa para os frigoríficos de S. Francisco Xavier, mal por mal não sinto o choque térmico".
Mas não. Correu tudo bem e cheguei a casa. Acender luzes, tirar casaco, xixizinho da praxe mesmo quando não há vontade, ligar computador. Aceder ao blogue. Ver que passei de 9 a 10 seguidores. Espera. Pára tudo. Coração inclusivamente. A Pólo Norte está aqui metida. Não. Não pode ser. Falsificaram de certeza.
WHAT??? Vou ali reanimar-me e se voltar à vida celebro com caipirinhas este feito.
Será que Freud explica?
Hoje sonhei que a minha vizinha famosa andava metida (entenda-se, bem enroladinha na cama) com o meu amigo mais totó.
E depois não conseguia tirar da imagem que era esse meu amigo que fazia com que ela gritasse daquela maneira e me acordasse nas madrugadas de Domingo.
Foi horrível. Muito desconcertante!
Coisas irritantes da vida
- bater com o dedo mindinho do pé;
- não haver o que queremos do Mac Donald´s;
- sair de casa sem guarda-chuva;
- entrar uma coisa para o olho;
- cabeleireiras que cortam mais do que nós pedimos;
- professores faltarem à primeira hora manhã no dia em que decidimos acordar e chegar a horas;
- chegar ao fim da noite e ver que estivemos com coisas nos dentes desde a hora do jantar;
- levar pouca roupa num dia de frio;
- ter gente mais alta que nós à nossa frente no cinema;
- passear o guarda-chuva o dia inteiro e, no fim, não chover;
- ter olheiras;
- a máquina fotográfica ficar sem bateria a meio do dia;
- roçar as unhas em algum lado depois de as pintar;
- não ter percebido, antes, que o papel higiénico tinha acabado;
- adormecer na praia e acordar encharcada com a subida da maré;
- ver nos saldos coisas que compramos por 3x mais;
- ficar com o vestido ou a saia presos nos collants depois de ir à casa-de-banho;
- entrar num sítio que tresanda a fritos depois de lavar o cabelo;
- apanhar maus dias de praia nos únicos dias que temos para ir à praia;
- esquecer de pôr perfume antes de sair de casa;
- não arranjar lugar para o carro à porta de casa, nem sequer na rua da nossa casa;
- ter o jantar pronto e ligarem a dizer que não podem vir;
- não haver o que queremos do Mac Donald´s;
- sair de casa sem guarda-chuva;
- entrar uma coisa para o olho;
- cabeleireiras que cortam mais do que nós pedimos;
- professores faltarem à primeira hora manhã no dia em que decidimos acordar e chegar a horas;
- chegar ao fim da noite e ver que estivemos com coisas nos dentes desde a hora do jantar;
- levar pouca roupa num dia de frio;
- ter gente mais alta que nós à nossa frente no cinema;
- passear o guarda-chuva o dia inteiro e, no fim, não chover;
- ter olheiras;
- a máquina fotográfica ficar sem bateria a meio do dia;
- roçar as unhas em algum lado depois de as pintar;
- não ter percebido, antes, que o papel higiénico tinha acabado;
- adormecer na praia e acordar encharcada com a subida da maré;
- ver nos saldos coisas que compramos por 3x mais;
- ficar com o vestido ou a saia presos nos collants depois de ir à casa-de-banho;
- entrar num sítio que tresanda a fritos depois de lavar o cabelo;
- apanhar maus dias de praia nos únicos dias que temos para ir à praia;
- esquecer de pôr perfume antes de sair de casa;
- não arranjar lugar para o carro à porta de casa, nem sequer na rua da nossa casa;
- ter o jantar pronto e ligarem a dizer que não podem vir;
Claramente uma lista em construção!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Eles sabem isto logo desde pequeninos, nem precisamos de explicar
M., 7 anos:
"Eu também queria arranjar uma namorada... mas não pode ser já... primeiro tenho de arranjar um dente de ouro... é que elas gostam é de ouro!"
"Eu também queria arranjar uma namorada... mas não pode ser já... primeiro tenho de arranjar um dente de ouro... é que elas gostam é de ouro!"
O meu primeiro beijo
No outro dia vi esta imagem e lembrei-me logo do meu primeiro beijo. Aliás, do meu primeiro beijo falhado. Havia um rapaz na minha turma desde os 4 anos. Eramos os melhores amigos, inseparáveis. Ele e outro eram os reis dos rapazes, todas as raparigas gostavam dele. E nós sempre juntos, eu e o PC (neste momento a B. já está a sorrir, sabes perfeitamente não é?).
Bom, acontece que no 6º ano, quando as hormonas e a estupidez subiram à cabeça e lá andavamos todos numa de descobrir coisas novas (e muito idiotas para a idade), o PC começou a tentar ver se pegava e a dizer (todos os dias) que me ia beijar. E depois dizia que não. E depois que sim... Até que chegou o dia em que o jogo passou a ser encostar-me à parede e repetir as palavras: "Confias em mim?", sempre, mil vezes por minuto. Eu tinha ataques de riso. De nervoso e de estupidez. Lembro-me tão bem, era sempre no corredor de E.V.T, onde não passava ninguém porque não havia mais salas, ou de manhanzinha, ou à tarde. Os dois sozinhos. Ele dizia que não beijava mas para eu confiar nele, e ia-se aproximando, aproximando. Depois punha a mão à frente da boca e dizia que não tirava mas eu não acreditava (ou não queria acreditar).
E assim andamos entretidos durante um ano inteiro. Depois ele saiu do colégio.
E no ano seguinte todos os dias me ligava a marcar o beijo, a tentarmos ver qual a melhor hora e o melhor dia para ele ir ao portão do colégio. E eu toda contente porque ia ser ele e, ainda por cima, já aluno de liceu.
Nunca aconteceu, nunca combinamos e, quando o faziamos, um de nós não aparecia.
E pronto. Foi isto o meu não primeiro beijo.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Adoro quando isto me acontece
Regra geral chego sempre à bilheteira muito certa daquilo que quero ir ver. E ontem não foi excepção. O problema é que já estava tudo esgotado, nem um lugarzinho e ficar ao colo de alguém não era opção.
E pronto, não foi a primeira, nem a segunda nem será a última vez que isto aconteceu e eu adoro. Os filmes de que eu não espero nada são aqueles que mais me surpreendem e de que gosto mais.
Chloe, ou em português, O preço da traição.
Muito forte, muito duro, muito explícito. Mas, sobretudo, muito real. Óptimo.

E pronto, não foi a primeira, nem a segunda nem será a última vez que isto aconteceu e eu adoro. Os filmes de que eu não espero nada são aqueles que mais me surpreendem e de que gosto mais.
Chloe, ou em português, O preço da traição.
Muito forte, muito duro, muito explícito. Mas, sobretudo, muito real. Óptimo.
Sou pelo amor...
... mas sou ainda mais pelo meu (rico) descanso, principalmente aos dias santos, como é o caso do Domingo.
E é por isso que acordar às 7.09h da manhã com uma pancada na parede e durante a meia hora seguinte ouvir a minha vizinha a fazer o amor de uma forma selvagem muito agitada é coisa para me perturbar para o resto do dia.
Isso e a cara que eu já não sei escolher quando a encontro aqui à porta. E a vontade de ligar para a TVGuia ou outras que tais e relatar a panóplia de histórias que tenho sobre a senhora?? Ui... aguenta-te cabeça maldosa. É que a senhora é do "jeti seti", o que é que pensam?
sábado, 22 de janeiro de 2011
Esta senhora,
esteve ontem ao meu lado na paragem do autocarro.
E, sim, vemos todos muito bem:
três filhos=três argolonas na orelha com o primeiro dente que caiu a cada um. Coisa ma fofa!
E, sim, vemos todos muito bem:
três filhos=três argolonas na orelha com o primeiro dente que caiu a cada um. Coisa ma fofa!
sobre os sábados de manhã
Acordares prolongados, preguiça e espreguiçadelas. Suspiros. Pequeno-almoço em pijama com direito a tudo. Aiii...
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Se prometerem não contar a ninguém...
... eu revelo que hoje lanchei água com farinha láctea em pó, a.k.a, Papa Cerelac!
Começo a ficar saturada
da falta de consciência da dignidade da pessoa humana, da falta de consciência do valor da vida, da falsa valorização dos bens materiais, da idolatria do ter, do poder e do prazer, da redução do amor à experiência sexual e da elevação dos critérios de cada um a norma suprema da verdade.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Cantam os anjos lá no céu
13 dias depois, 9 comprimidos tomados, hoje já senti o sabor da manga, do pão de sementes e do fiambre... ahh, como a vida tem outro sabor quando começa com o pequeno-almoço a saber a... pequeno-almoço!
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
fala-me de amor
Mas haverá amor, digno desse nome, que não seja de perdição?
Luís Francisco Rebello, Todo o Amor é Amor de Perdição
Com tanta coisa, esqueci-me de dizer
Que no dia 1 de Maio estarei na Praça de S.Pedro, em Roma, a partilhar com tantos outros milhões o privilégio que foi viver na era deste grande Homem que vivia como pregava e que morreu a lutar pela união dos povos desta terra. O que mais me comove é que sei que nesse dia brancos, pretos, amarelos, católicos, budistas, muçulmanos, ortodoxos, judeus, novos e velhos, vão parar para assistir à beatificação do Papa João Paulo II.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Parece que foi isto
Dois reclusos considerados perigosos fugiram de uma carrinha celular estacionada perto do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), na Rua Alexandre Herculano, em LIsboa.
Estes presos, que conseguiram escapar quando estavam prestes a ser levados para o Estabelecimento Prisional de Lisboa, furtaram depois um automóvel, entretanto encontrado vazio.
De acordo com fonte policial, citada pela agência Lusa, durante a fuga foram trocados tiros, encontrando-se ainda estes reclusos em parte incerta. --> MEDO
Três agentes fizeram a marcação no chão* do invólucro de bala, para preservação de prova.
Entretanto, a Direcção-geral dos Serviços Prisionais (DGSP) confirmou à agência Lusa "a fuga de dois reclusos junto das instalações do DCIAP”, que fica na Rua Alexandre Herculano, em Lisboa.
"Os guardas prisionais receberem tratamento hospitalar e aparentemente estão livres de perigo", acrescenta a DGSP numa nota, que refere também que "foi determinada a abertura de um inquérito a cargo do Serviço de Auditoria e Inspecção, dirigido por um procurador".
*Ora aqui está. Se não vais ao CSI, o CSI vem até ti!
Estes presos, que conseguiram escapar quando estavam prestes a ser levados para o Estabelecimento Prisional de Lisboa, furtaram depois um automóvel, entretanto encontrado vazio.
De acordo com fonte policial, citada pela agência Lusa, durante a fuga foram trocados tiros, encontrando-se ainda estes reclusos em parte incerta. --> MEDO
Três agentes fizeram a marcação no chão* do invólucro de bala, para preservação de prova.
Entretanto, a Direcção-geral dos Serviços Prisionais (DGSP) confirmou à agência Lusa "a fuga de dois reclusos junto das instalações do DCIAP”, que fica na Rua Alexandre Herculano, em Lisboa.
"Os guardas prisionais receberem tratamento hospitalar e aparentemente estão livres de perigo", acrescenta a DGSP numa nota, que refere também que "foi determinada a abertura de um inquérito a cargo do Serviço de Auditoria e Inspecção, dirigido por um procurador".
*Ora aqui está. Se não vais ao CSI, o CSI vem até ti!
enquanto se apanham as balas
E para que seja um bocadinho de todos...... deixo a votação o nome da minha personagem principal. Vai ser mulher.
Ao lado está a lista dos nomes entre os quais estou indecisa e os seus significados. É só votar no que gostam mais!
Mais ou menos ali ------------------------------------------
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V
Ao lado está a lista dos nomes entre os quais estou indecisa e os seus significados. É só votar no que gostam mais!
Mais ou menos ali ------------------------------------------
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V
tiroteio - parte II
Estava que nem uma velha cusca sentada à janela a ver lá para fora. Perímetro isolado. Peões otários que desataram a apanhar balas do chão, polícia, trânsito... enfim... anime-se o meu dia. Agora fui mandada para dentro e longe da janela não vá haver regressos inesperados.
Consultas desmarcadas por não poder sair... era um bom dia para croissants de chocolate mas não tenho paladar...
Coração aos saltos
Nunca pensei que fosse este o barulho... eu aqui sentada a dar ao blogue a notícia do meu livro a nascer e lá fora um barulho estrondoso... plena rua das Amoreiras. Uma vez, duas, três. Abro a janela. Houve um tiroteio. Uma velhinha a dizer que foi um que desatou aos tiros... tenho medo de sair e apanhar o autocarro.
Envelhecer acompanhada
Andava para aqui a pensar nisto de ter um blogue. Que me tira tempo todos os dias, é verdade, mas que me permite desabafar, delirar, divagar, partilhar com amigos que vejo pouco aquilo que se vai passando comigo e as coisas (mais ou menos surreais, depende do dia) que me acontecem, as histórias que me tocam e dizer aquilo que acho que o mundo devia saber.
Depois, pensei até quando é que isto ia durar isto de ter vontade de vir aqui e comunicar com alguém que vai ouvir (ler, aliás) aquilo que eu tenho para dizer. Não deixa de ser um privilégio... são tantas as vezes que as pessoas não ouvem os outros, que fingem estar atentos quando, na verdade, se concentram em si próprias que é bom saber que quando aqui passam é porque querem, porque estã com tempo e atenção... triste, claro está... porque antigamente as pessoas reuniam-se e ouviam o que os outros tinham para dizer, porque estes devaneios e tempos de pensar em coisa nenhuma eram feitos em conjunto e de onde, grande parte das vezes, nascia o saber e teorias sobre a vida e o mundo sem preço.
Enfim, estava a dizer, que pensei quando é que isto ia parar... só que acho que não vai. Quer dizer, os velhinhos não vão ao mail nem ao pc porque no tempo deles isto não havia mas, quanto a nós, não vamos esquecer como é que isto se faz, pois não?? Podemos não aderir a todas as novidades que (concerteza) ainda estão para vir, mas eu saberei sempre vir ao blogue, certo?
Espero que sim, porque vai dar-me muito gozo poder olhar para trás e voltar a fazer a caminhada, rir-me da imaturidade e falta de conteúdo, conhecer-me melhor.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
chat do gmail
D.: ola
eu.: olá principe das montanhas
D.: tudo a andar por ai?
eu: sim... e ai?
D.:a roupa já secou?
WHAT? tas mesmo a escrever para saber se a roupa já secou?
eu.: olá principe das montanhas
D.: tudo a andar por ai?
eu: sim... e ai?
D.:a roupa já secou?
WHAT? tas mesmo a escrever para saber se a roupa já secou?
domingo, 16 de janeiro de 2011
Então é assim
Desde que me levantei que estou sentada a fazer relatórios.
Eram 21.30 ainda não tinha acabado. Mas combinação é combinação e eu estava a precisar de ir arejar.
Saí e fui a pé. Cinema com elas. Adorei o filme, adorei a companhia, adorei voltar a dar gargalhadas conjuntas e sincroniza-las com as vossas.
Chegada à porta de casa vejo o marido ao fundo da rua, a chegar com os amigos. Tudo já meio pra lá do que pra cá.
Sem mais nem quê entrou tudo por aqui fora, directos ao frigorífico e abasteceram-se com mais cerveja. Um foi à casa-de-banho e outro entornou um copo inteiro. O D. limpou com a esfregona. Sairam todos. E ele também. Para o Bairro Alto acho.
E agora pronto, liguei o computador e vou mandar-me ao trabalho. Fazer hoje para amanhã tentar dormir de manhã.
sábado, 15 de janeiro de 2011
OFICIALMENTE DESESPERADA
Eu estava a conseguir aguentar-me e não dizer nada... não queria estar a ser precipitada ou a agoirar... podia ser coisa passageira e por isso nem dava por ela, vinha e ia-se embora e deixava-me aqui sossegadinha...
Mas não. E, por isso, estou a dar em doida:
Desde a última sexta-feira que estou sem paladar. Verdade, verdadinha. Acordei e nada. O pequeno-almoço sabia a água. Fiquei logo muito triste porque nesse dia tinha marcado um jantar no D´Oliva e ia ser uma tortura. Lá fui ao jantar e o Linguini com Camarão Tigre e Vieiras podia ser nariz de javali que eu não tinha notado a diferença. Quase chorei.
Desde então os meus dias são sem cor, ou melhor, sem sabor. Mas é a mesma coisa. Eu adoro comer, o sabor das coisas fascina-me (tenho o sonho de fazer uma viagem gastronómica) e agora nada me sabe a nada.
Pior do que isto (para os outros, claro) é cozinhar neste estado. Tivemos dois jantares cá em casa esta semana e foi uma autêntica roleta russa: ia tudo para a mesa com o recadinho "Malta, não faço ideia se está bom ou mau. Se tem sal a mais ou a menos, se pus muito limão na mousse ou exagerei nas natas, boa sorte e sejam meiguinhos".
Agora é fácil fazer dieta: ontem na ceia foi assim "Huuum, o que é que eu vou comer? Cheesecake? Pão de ló? Bolo de chocolate? Baba de Camelo? Bem, como não me vai saber a nada dá cá uma fatia de pão integral e um copo de água". E foi isto o que comi. Juro.
É esperar que passe, acreditando que não foi nenhuma bruxaria que um leitor mais invejoso tenha lançado sobre mim e torcendo para que não fique assim para o resto da minha vida que eu cá gosto muito de ser elegante, sim, mas não a todo o custo.
Hoje o dia vai acabar bem
Programa só de miúdas. Agora só tenho de trabalhar muito hoje e ser uma boa menina, para merecer.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Eu não sou burra, tá bem?
Ontem à noite tive a confirmação.
Enquanto falava com uma amiga ao telefone que me dizia que gostava muito do meu blogue, lancei o isco e afirmei que era um blogue que, no fundo, não tem interesse nenhum.
Silêncio.
Não me desmentiu. Eu percebi!
Agora, e porque sou uma pessoa forte e que não se deixa ir abaixo, vou só ali conviver e passar um belo serão de sexta-feira!
E por falar em cinema - Genial

Mas só para verdadeiros apreciadores de cinema.
Conselho de amiga: não ir com sono. 121 dos 122 minutos do filme são em câmara lenta!
Para os meus leitores o tamanho interessa!
Querem um conselho?
Leiam o post de 13 de Janeiro. Está a assustar o seu tamanho, eu sei. Já percebi. Mas leiam. É sobre a felicidade. Posso resumir as letras pequenas: há investigadores que dizem que a nossa infelicidade pode vir da nossa capacidade de imaginar, de estarmos sempre com a cabeça noutro sítio. A minha resposta está ali. Vejam e criem a vossa teoria. Uma teoria por dia, não sabe o bem que lhe fazia!
Vá, sem medo!
Deix´o tar
Está para ali há mais de 40 min e profundamente convencido de que vai arranjar a porta da máquina de lavar roupa!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Uma vez na faculdade... #5
Matthew Killinsgworth, um estudante de doutoramento em psicologia de Harvard e o seu mentor Daniel T. Gilbert, num artigo publicado na revista Science deste mês de Novembro, intitulado "A Wandering Mind is na Unhappy Mind", concluem que o preço a pagar pela capacidade humana única de estar a pensar noutras coisas para além do que está a acontecer no momento, é tão só o preço da infelicidade. Dizem eles: "a human mind is a wandering mind, and a wandering mind is an unhappy mind". Seremos então infelizes por passarmos pelo menos 46,9% das horas em que estamos despertos, a pensar noutra coisa para além daquilo em que estamos a fazer? A pensar naquilo que já passou, que teríamos mudado ou que teríamos mantido tal e qual como aconteceu, a pensar naquilo que gostávamos que acontecesse ou que tememos que venha a acontecer?
Parece que este nosso modo de funcionamento por defeito não nos traz muito benefício: os investigadores contactaram 2500 voluntários, em diversos intervalos, para responderem quão felizes estavam com a actividade que estavam a desempenhar no momento, entre 22 actividades, como comer, passear, fazer compras ou ver televisão. Em média, responderam que os seus pensamentos divagavam em quase metade do tempo, e não menos de 30% mesmo quando estavam envolvidos noutra actividade, à excepção da actividade sexual, do exercício físico ou da conversa. Os momentos mais sombrios ocorriam quando as pessoas estavam a trabalhar, a ver televisão ou a usar o computador em casa. Parece então que o presente não interessa muito a ninguém, excepto quando há exercício físico envolvido, interacção humana ou ... ambos ...
O que é interessante, é que este hábito de divagação em que pelos vistos somos todos de algum modo viciados, é um excelente preditor do nosso grau de felicidade, não só por meramente acontecer, mas também em virtude do modo como acontece. Isto porque para além de deixarmos os nossos pensamentos escapar ao nosso controlo, interessa também saber para onde os deixamos escapar. Com efeito, o sítio onde estão os nossos pensamentos na maior parte das vezes, indica em 10,8% se nos sentimos felizes ou infelizes. E é importante sublinhar que estas divagações, de acordo com o estudo, são a causa e não a consequência do nosso mal-estar.
Ora, o tipo de divagação de que fala Killingsworth partilha muitas semelhanças com o tipo de pensamento típico dos indivíduos com depressão. Os resultados de uma experiência realizada por Smallwood e outros (2007), indicam que o grau de divagação (mind-wandering) em que um indivíduo se envolve, constitui um importante marcador para a identificação de um tipo de pensamento depressivo e sugere uma série de implicações para a terapia da depressão. Numerosos estudos correlacionais, longitudinais e experimentais demonstraram que o auto-foco ruminativo prediz, aumenta ou mantém o humor negativo em pessoas deprimidas e que a distracção, em contrapartida reduz o humor deprimido. Ou seja, a técnica de paragem de pensamento pode ajudar estas pessoas a alterarem o foco de atenção do sítio onde se encontra para lugares mais felizes... E que tentar não pensar em alguma coisa em que nunca se pensou antes (um urso polar) é muito diferente de aprender a desligar um pensamento disfuncional que ocorre vezes sem conta.
Parece que a conclusão a retirar daqui é que só a atenção devidamente focada pode produzir bem-estar e que afastarmo-nos do que nos preocupa é que traz ganhos em termos de saúde mental.
Respondi assim:
"O que me aconteceu ao ler este post foi que os meus pensamentos voaram (divagaram!) imediatamente para a minha própria experiência.
E pensei, claro está, se isto de me perder tantas vezes nos meus pensamentos poderia estar, realmente, a fazer de mim uma pessoa menos feliz.
Claro está que ninguém gosta de admitir essa ideia, mas não é isso (ou não é só isso) que me faz pensar que não será bem assim como estes autores afirmam. Consigo conceber que haja uma série de actividades da nossa vida que não serão tão bem aproveitadas quando a cabeça se passeia por outro sítio e daí advém, necessariamente, menos prazer imediato e, a longo prazo quem sabe, o arrependimento pelo que passou e podia ter sido aproveitado e não foi. Neste caso, será necessário que a pessoa consiga aprender a desligar e encontrar, em si, estratégias que lhe permitam ir saboreando cada momento e tirando dele o maior dos proveitos. E acredito, verdadeiramente, que todos temos em nós a capacidade (mais ou menos bloqueada) de seleccionar aquilo que nos será mais relevante e em maior escala contribui para a nossa felicidade e desenvolvimento.
Porém, a felicidade passa também pela aceitação de que há coisas, experiências e momentos da nossa vida que nos serão penosos, que nos custarão a suportar e carregar. E, aí, não será uma bela arma de defesa a nossa capacidade (tão humana) de nos evadirmos e, sem pestanejar nem nada indiciar, viajarmos para longe, onde tudo é melhor e mais suportável... Posso estar enganada, mas não é isto que vamos pedindo aos nossos pacientes com algumas "técnicas" (ah, que nome este) que vamos aplicando com quem nos procura? A capacidade de imaginar, sair dali, se colocar em sítios que não aqueles e ver estímulos que não os que temem. E aquelas pessoas que só vão tolerando o único trabalho que conseguiram arranjar para dar de comer aos filhos, exactamente por se conseguirem abstrair da sua rotina enfadonha e ir passeando pelos jardins do seu pensamento?
E a confusão que me faz a afirmãção de que "o presente não interessa muito a ninguém"?... afinal, o que é o presente? É o segundo em que estamos? Ou é a actividade em que nos envolvemos? Ou é contado por dia, cada 24h é o presente... é tão relativo. Não consigo mesmo pensar, na graça do momento presente sem o comparar com momentos passados ou lhe dar valor no futuro. O presente não interessa a ninguém, vai interessando a todos. Porque é dele que depende a qualidade do que vamos designar como passado, a partir dele que avaliamos o futuro.
Então e se a divagação do momento presente for relacionada com o modo como melhorar o futuro? Isso não conferirá uma certa esperança e entusiasmo que nos permite, mais tarde, afirmar maior felicidade?
E se as pessoas que foram respondendo a estas perguntas estivessem, também elas, com a cabeça noutro sítio?"
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
o que eles me dizem
08.55 da manhã. Turma de 5ºano.
Eu: "N. importas-te de ir para o teu lugar para podermos começar a aula?"
N: "Tou a falar com a minha mulher, stôra"
!
Eu: "N. importas-te de ir para o teu lugar para podermos começar a aula?"
N: "Tou a falar com a minha mulher, stôra"
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sobre a força dos sentimentos
Eu sempre soube o que queria e para onde ia e lutava por isso com unhas e dentes. Uns admiravam-me e outros não podiam comigo (mais outras do que outros, é um facto, é que as gajas são tramadas). Ainda hoje é assim.
Mas houve uma vez, uma única vez, que vacilei. Que de repente não sabia o que queria, como queria, quem queria. Que estranhava cada reacção, que não me reconhecia, que tremia a cada vez que o meu corpo e o meu coração reagiam a algo que eu não estava à espera.
E tudo isto por causa de um amigo. Um amigo que era amigo e sempre foi amigo. Até que deixou de ser. Até ao dia em que olhou para mim de maneira diferente, a partir do dia em que conheceu o que havia debaixo de tanta altivez e provocação, o que havia por detrás das piadas maldosas, dos risos constantes. Um amigo que sabia o que me fazia chorar, o que me fazia perder o sono, o que me conquistava num minuto. Um amigo que dava os melhores abraços de sempre e que tinha mais paciência para mim do que todas as minhas melhores amigas juntas. Esse amigo fez-me fazer uma coisa que eu jurei que nunca iria fazer na vida e que, isso posso garantir, nunca mais farei. O problema é que há alturas da vida em que as coisas nos acontecessem para nos fazer crescer, em que só surgem para nos desmontar e nos fazer descer do cavalo, em que precisamos de passar pela maior das dores para sermos mais humildes e percebermos que todas as certezas de um dia serão todas as dúvidas do dia seguinte.
Esse amigo que eu tenho perdi-o durante dois anos. Dois anos inteirinhos em que só reinou o silêncio, uma dor que sufocava. Porque pior do que perder um amor é, para mim, perder um amigo. Porque, se na altura nem sabia o que é isso de sentimentos puros, já sabia o que era a amizade. E ele sabia disso e o coração dele disse-lhe que a melhor maneira de castigar as minhas incertezas era fazer-me acreditar que a amizade tinha ido pelo mesmo caminho daquele amor que não se cultivou.
Mas este amigo não é como os outros e esta amizade não tem o mesmo valor que as outras porque este não se pode medir. E depois voltamos a ver-nos, voltamos a sentir o abraço, voltamos a trocar o olhar que não precisa de ser acompanhado de palavras. E ficou esta certeza de que os rumos da vida nunca nos levarão para longe porque entre os corações não há distância.
E como as maiores das dádivas se encontram no silêncio, foi bom comprovar a genuinidade desta amizade ao descobrir que, no silêncio dos dias e sem precisar de me dizer nada, me acompanha, interessa-se e me procura. Aqui.
Sim, este meu amigo não é como os outros.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sobre a (in)tolerância
Estou profundamente convencida que as pessoas menos tolerantes, menos flexíveis e até racistas, são aquelas que sabem muito pouco do mundo.
Aquelas que nunca sairam do seu canto, que nunca estiveram lado a lado com aqueles que acham tão diferentes e, por isso, nunca conseguiram comprovar que, afinal, são tão iguais.
A ignorância em relação ao ser humano é, para mim, a maior motivadora de discórdia, incompreensão, busca de algo que se pensa ser nosso mas não é de ninguém. Aliás, é de todos. Este mundo, estas coisas, estes bens, estas paisagens, estas terras.
Ao viajar apercebemo-nos de como a origem é a mesma, de como as emoções mais básicas são iguais e, espantamo-nos, até se expressam da mesma maneira.
No dia em que a pessoa mais intolerante do mundo estiver num país onde não percebe e não é percebido e cruzar os seus olhos com os de alguém cheio de medo, de fome, de tristeza profunda sem que seja preciso trocar uma palavra, essa pessoa vai perceber como todos os outros são partes de nós, como somos tão responsáveis uns pelos outros desde que fomos metidos todos na mesma Terra.
E se não tiver oportunidade de sair de casa, do bairro, da cidade ou do país, vá ligando a televisão e perca, aliás, ganhe tempo a ver documentários, a sair dessa ignorância tão confortável e permita-se ver como o mundo está cheio de gente que acorda, trabalha, cozinha, sai para se divertir, tem filhos, fica doente, vê morrer, ri alto, se apaixona, ganha e perde, anseia, espera, sonha.
Vale a pena pensar nisto
"Hoje deves parar, talvez o mundo já corra demais
Hoje deves ouvir, talvez interesse a opinião dos outros
Hoje deves olhar, talvez haja alguma novidade fora de ti
...Hoje deves dar, talvez o que te sobra falte a alguém
Hoje deves falar, talvez tenhas alguma nova a dizer
Hoje deves rezar, talvez tenhas necessidade de um Pai
Hoje deves pensar, talvez te seja útil um auto-retrato
Hoje deves receber, talvez outro precise de dar
Hoje deves começar, talvez amanhã seja tarde
Hoje deves renascer, talvez tenhas nascido apenas."
Hoje deves ouvir, talvez interesse a opinião dos outros
Hoje deves olhar, talvez haja alguma novidade fora de ti
...Hoje deves dar, talvez o que te sobra falte a alguém
Hoje deves falar, talvez tenhas alguma nova a dizer
Hoje deves rezar, talvez tenhas necessidade de um Pai
Hoje deves pensar, talvez te seja útil um auto-retrato
Hoje deves receber, talvez outro precise de dar
Hoje deves começar, talvez amanhã seja tarde
Hoje deves renascer, talvez tenhas nascido apenas."
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Por que é que eu não falo da misteriosa morte do Carlos Castro?
Porque não há mistério nessa morte...
coitadinhos
Acabei de ver na televisão um anúncio de uma empresa que compra ouro:
"Como fazer para se desfazer do seu ouro?
Ligue-nos agora e enviamos-lhe um kit para que se possa desfazer do seu ouro de forma completamente gratuita!
é fácil, é só colocar o seu ouro dentro do envelope, enviar e mais tarde receberá o seu dinheiro".
Só tenho pena que haja por este Portugal fora gente que se vai sentir impelida a fazer isso mesmo e desatar a enviar as suas joias...
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