Qual a diferença, em termos de trauma, de um homem ser violado por um homem e de uma mulher ser violada por um homem?
Palpites? Eu tenho a minha opinião!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Uma vez na faculdade...
...foi assim que respondi a um tema de debate sobre se a depressão será, ou não, uma doença:
"A questão, para mim, não é se a depressão será ou não uma doença. Mas, sim, se será uma doença voluntária, ou pelo menos, que tem a particularidade de ter a cura em nós ou não. O que não existe na maioria das outras doenças, em que temos de nos socorrer do exterior para voltarmos a nós.
A depressão será uma doença, talvez, mas não como as outras. Podemos lá cair sem nos apercebermos, porque a nossa personalidade tende a nos trair, porque tantas e tantas vezes somos nós os nossos piores amigos. Mas para sairmos, aí sim, temos de estar mais atentos do que nunca, sempre vigis, em busca daquilo que de melhor há em nós. Em nós, e nos outros. Aqueles que teimamos em não ver o quanto se preocupam connosco, aqueles que nos querem dar a mão (ou o braço todo).
E se há os chamadas maus doentes, que aqueles que sofrem desta doença não possuam em si a característica da teimosia. Será aquela que nenhum fármaco conseguirá fazer frente, aquela que não permitirá que se volte a ver o lado branco ou, pelo menos, o cinzento menos escuro."
E lá vão dois meses
Dois meses do melhor e do pior, do agri e do doce. De vida em plenitude, de acordares demorados e adormecer as gargalhadas, de olhares de má para ver o chão varrido, de pensar no quanto a minha vida é feliz por nos escolhermos diariamente.
Foi assim que ele foi recebido noutro dia
Ele saiu cedo. Eu acordei com mais tempo e sabia que ele ia chegar antes de mim a casa. E foi assim, deixei-lhe o miminho para o lanche.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Mas não somos só olhos
Está certo que grande parte da nossa felicidade depende da capacidade que temos de olhar para a frente e anteciparmos o melhor ou, pelo menos, as melhoras. Claro está que ninguém consegue descobrir-se e desabrochar se ficar preso ao que foi, ao que era, ao que seria se. Nenhum barco anda se ficar amarrado ao cais. Deixarmo-nos das dores e complicações que um dia foram e darmo-nos a nós próprios o presente de não saber, mas querer ver. Sim, está certo que só desta forma nos podemos rir, sentir o frio na barriga, arregalar e surpreender com o que a vida (afinal) ainda tem para nós.
O problema é que não somos só olhos. E olhar para a frente com os olhos não significa que não haja outras partes do corpo que, de doridas, nos lembram o que passou, o que foi, o que sentimos. E ainda bem. Porque, no fundo, tudo isso fez com que chegassemos onde estamos. Tudo isso contribuiu para o modo como nos comportamos, como vivemos, como experienciamos, como sentimos e fazemos sentir. Que vazios e eternamente infantis seriamos se, a cada momento, procurassemos apagar aquilo que passou pela nossa pele, aquilo que nos encheu os olhos de lágrimas ou o que nos fez ficar de barriga para cima a olhar o tecto no escuro.
Só assim, de olhos para a frente mas de corpo todo a sentir o passado, é que podemos traçar o caminho. Porque ninguém consegue escolher a trajectória sabendo só para onde vai: tem de saber onde está. E como está. E como é que quer ir andando.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Mini-férias
Este fim-de-semana fizemos as malas e fomos.
Fomos passar uns dias desligados das pessoas de sempre, das mesmas caras e das mesmas conversas.
Almocamos numa casa da minha infância, a casa da aldeia da minha grande amiga de há 20 anos. Foi lembrar cheiros, abraços, sabores. Ser recebida pelos pais, avós e tios dela como era antes, quando tinha borbulhas na cara e o auge era conseguir fazer uma directa sem ninguém nos descobrir. Mas agora tinha marido, agora as conversas eram entre adultos, agora havia espaço para uma coisa óptima e quentinha a que se chamam recordações.
Seguimos para a quinta de óbidos. A ver o meu avô. Tivemos direito a acordar com vista para o castelo, pequeno-almoço na cama todos os dias, passeios nestes dias de outono, castanhas, leite de creme, farófias, bolo rainha, lareira, conversas com os primos e até fomos ao bowling.
E comentavamos como é tão bom sairmos do nosso meio metro quadrado de sempre, com as gentes de sempre, os barulhos de sempre.
Memórias são estas:
Pelo caminho
Óbidos
Pelo caminho
Óbidos
Óbidos
Óbidos
A foz do arelho ao fim da tarde.
A foz do arelho ao fim da tarde.
A nossa pequena C. que se portou muito bem no bowling e se estreou na luz negra!
A casa da B. em Pedrógão
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
PALMINHAS
a quem, como eu, gastou 18 euros num guarda-chuva num dia em que não chovia e que, como eu, o deixou em casa no dia em que choveu a potes.
Ensopada.
Ensopada.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sabor a thai
Hoje fomos jantar fora! Tinhamos uns talões do lifecooler que acabam amanhã.
Escolhemos o tailandês. Aliás, eu escolhi e ele mostrou que me adora. É que estes sabores dão cabo de mim: num piscar de olhos desapareceram um Fried Rice e um Pad Thai.
Ai minha gente mas é uma tortura ao mesmo tempo, dá-me umas saudades daqueles lados. O calor, o cheiro, o sorriso em dentes mal lavados daquelas pessoas. Tão sãs, tão puras, tão pessoas, tão vivas.
Hoje é um bom dia
Maltinha! Hoje estou bem disposta, dormi lindamente e ontem à noite foi a inauguração da época das castanhas... assei umas castanhinhas com a desculpa de virem cá umas primas do D. mas depois foi como se tivesse sozinha, frente a frente, com mais de 30 castanhas. Marcharam quase todas e a elas se juntou um profundo sentimento de arrependimento... não quero entrar pro clube das desde-que-casou-foi-sempre-a-engordar.
Adorava ser daquelas pessoas que tem imensa disponibilidade para tecer enormes considerações acerca do estado do país, do orçamento de estado, para divagar acerca do amor e de todos os dramas a ele associados. E não me falta o que dizer, acreditem, não me falta... mas a menos que abandonasse os meus deveres, não terminasse o Mestrado e deixasse de ver as minhas criancinhas, não vai dar!
Vamos aos bocadinhos, sim?
Para já, sabe-me muito bem vir aqui de vez em quando dizer o que ando a fazer e saber que os meus amigos me podem ir acompanhando.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
special moments
Um dos momentos mais especiais do nosso casamento foi, para mim, a dança da valsa com o meu pai.
Porque o vi mais feliz do que nunca, porque eu estava mais feliz do que nunca e porque aquele momento nos proporcionou bons ataques de riso antes do próprio dia.
O meu pai é mais coisa menos coisa a pessoa que pior dança na terra. A mim valia-me o vestido ser comprido, caso contrário também passava uma boa vergonha nos passos trocados.
No fim tudo correu bem, toda a gente sorria e se enternecia com o quadro, tudo passou em menos de um minuto e restam-me as fotografias para me ir lembrando, com o coração quentinho, destas alturas em que nos sentimos tão queridos e tão amados.
Olhem-nos:
Porque o vi mais feliz do que nunca, porque eu estava mais feliz do que nunca e porque aquele momento nos proporcionou bons ataques de riso antes do próprio dia.
O meu pai é mais coisa menos coisa a pessoa que pior dança na terra. A mim valia-me o vestido ser comprido, caso contrário também passava uma boa vergonha nos passos trocados.
No fim tudo correu bem, toda a gente sorria e se enternecia com o quadro, tudo passou em menos de um minuto e restam-me as fotografias para me ir lembrando, com o coração quentinho, destas alturas em que nos sentimos tão queridos e tão amados.
Olhem-nos:
Jantar de amigas - check
A J. fez uma pausa da sua estadia em Paris por dois dias e conseguimos juntar-nos todas à mesa. Aqui em casa, as grandes pela primeira vez a jantar.
Marido fora, em jantar de homens e a nossa casa foi palco de conversas íntimas, reveladoras, sem pressa. Tudo em dia e a certeza de que somos muito pouco sem os nossos amigos por perto.
É bom o adormecer em dias assim.
Marido fora, em jantar de homens e a nossa casa foi palco de conversas íntimas, reveladoras, sem pressa. Tudo em dia e a certeza de que somos muito pouco sem os nossos amigos por perto.
É bom o adormecer em dias assim.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Isto agora vem aos bocadinhos
Agora que as coisas se vão acalmando queria ir partilhando aqui algumas coisas, paisagens e pessoas que fizeram do mês de Setembro o mais feliz de sempre.
Hoje, porque me dá para recordar essa noite, mostro a vista do nosso quarto da 1ª noite de casados. Acordar e ver isto da cama foi um misto de emoções. Ao mesmo tempo que agora ia ser tudo novo, tudo me sabia estranhamente a casa. Bom, no fundo, Belém é casa...
Hoje, porque me dá para recordar essa noite, mostro a vista do nosso quarto da 1ª noite de casados. Acordar e ver isto da cama foi um misto de emoções. Ao mesmo tempo que agora ia ser tudo novo, tudo me sabia estranhamente a casa. Bom, no fundo, Belém é casa...
funny things
Ao som romântico da máquina de lavar, estou para aqui a meditar sobre alguns aspectos interessantes da vida como este:
Palavras como enjoo e ecografia não querem dizer só aquilo que o dicionário explica. Naaaaaa:
Antes de casarmos isso quer dizer "comeste alguma coisa estragada", "estas doente", "tens de ir ver isso", "precisas de alguma coisa?", "agora só podes comer dieta"...
Depois de casarmos só quer dizer "estás gravida". Não há outra hipótese.
Tem graça, não tem? Como se a pessoa não tivesse paragens de digestão depois de casar ou não pudesse engravidar nos seus anos de solteirice!
Palavras como enjoo e ecografia não querem dizer só aquilo que o dicionário explica. Naaaaaa:
Antes de casarmos isso quer dizer "comeste alguma coisa estragada", "estas doente", "tens de ir ver isso", "precisas de alguma coisa?", "agora só podes comer dieta"...
Depois de casarmos só quer dizer "estás gravida". Não há outra hipótese.
Tem graça, não tem? Como se a pessoa não tivesse paragens de digestão depois de casar ou não pudesse engravidar nos seus anos de solteirice!
domingo, 24 de outubro de 2010
Peritos em Amesterdão
Caros leitores,
aceito todas as dicas, sugestões, conselhos, must do´s acerca de Amesterdão.
Quero saber o que vale mesmo a pena, aquilo onde não podemos mesmo perder tempo, sítios escondidos, restaurantes e vistas sem turistas... enfim, tudo o que seja possível fazer em três dias.
Ah, e um sítio baratinho para ficar também calhava bem porque, até agora, só mesmo a rua!!
aceito todas as dicas, sugestões, conselhos, must do´s acerca de Amesterdão.
Quero saber o que vale mesmo a pena, aquilo onde não podemos mesmo perder tempo, sítios escondidos, restaurantes e vistas sem turistas... enfim, tudo o que seja possível fazer em três dias.
Ah, e um sítio baratinho para ficar também calhava bem porque, até agora, só mesmo a rua!!
sábado, 23 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
21 Outubro 2010
Dias cheios de surpresas são os meus. Vejamos:
1- Ontem as sete em ponto lá estavamos nós, psicólogos lindos e maravilhosos, de sala montada. As sete e um quarto lá estavamos nós, psicólogos lindos e maravilhosos a desmontar a sala depois de termos tido zero pais. Se alguém entretanto souber alguma maneira de cativar os pais e torná-los interessados em ser melhores para os seus filhos diga-me,sim? Ah, e que não envolva troca de favores nem chantagem de nenhum tipo.
2- Já disse aqui que no meu casamento não existe nada que se assemelhe a jantar sozinhos e serões descansados? Pois. Mantém-se. Ontem acabamos por fazer uma ceia surpresa à avó do D. que fazia anos e estava modo deprimido sem querer azer nada. Mais engraçado foi como o primo dele convenceu a avó a sair de casa: "Vá, va-se lá vestir que vamos pra boate!" (eu sei que não se escreve assim mas é para todos perceberem)
3- Acabei de ver a primeira mãe.... aiiii ser psicóloga é tão giro... e quase quase uma ciência exacta, são mesmo previsíveis as pessoas.
1- Ontem as sete em ponto lá estavamos nós, psicólogos lindos e maravilhosos, de sala montada. As sete e um quarto lá estavamos nós, psicólogos lindos e maravilhosos a desmontar a sala depois de termos tido zero pais. Se alguém entretanto souber alguma maneira de cativar os pais e torná-los interessados em ser melhores para os seus filhos diga-me,sim? Ah, e que não envolva troca de favores nem chantagem de nenhum tipo.
2- Já disse aqui que no meu casamento não existe nada que se assemelhe a jantar sozinhos e serões descansados? Pois. Mantém-se. Ontem acabamos por fazer uma ceia surpresa à avó do D. que fazia anos e estava modo deprimido sem querer azer nada. Mais engraçado foi como o primo dele convenceu a avó a sair de casa: "Vá, va-se lá vestir que vamos pra boate!" (eu sei que não se escreve assim mas é para todos perceberem)
3- Acabei de ver a primeira mãe.... aiiii ser psicóloga é tão giro... e quase quase uma ciência exacta, são mesmo previsíveis as pessoas.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Tormenta partilhada
Depois de ter percebido que o meu marido gosta de mim o suficiente para se levantar a meio da noite e ir a aguentar a sua vontade de casa-de-banho todo o caminho só para me ver ganhar outro ar, apercebi-me que foi saga que atacou muito mais almas do meu universo social.
E assim estamos, grande maioria dos que passeavam toilletes no sabado, entre caganeiras e vomitos...
A questão está no que nos terá provocado isto. Não é dos ovos porque o João não comeu e também está assim, não é dos croquetes porque a Vera também comeu e também está assim, não é da sopa de marisco porque a Rita não comeu e também está assim, não é dos cogumelos porque... não é do chouriço porque...
Se houver por aí alguém que também tenha estado muito mal pode juntar-se a nós e vir carpir as mágoas.
Entretanto, para reconfortar a minha alma que só me deu pra febre e tudo o que é estômago se manteve intacto, hoje logo pela manhazinha fiz um mega bolo de limão... E o que comi enquanto ainda estava quentinho??
Salvem-me de ser uma dona de casa gordalhufas please.
ahh, entretanto, hoje dou a minha primeira formação a pais... tendo em conta que a psicologa que ia dar a de segunda teve zero, zerinho pais, será que eu tenho mais sorte das 7 as 8 da noite?? hummm....
E assim estamos, grande maioria dos que passeavam toilletes no sabado, entre caganeiras e vomitos...
A questão está no que nos terá provocado isto. Não é dos ovos porque o João não comeu e também está assim, não é dos croquetes porque a Vera também comeu e também está assim, não é da sopa de marisco porque a Rita não comeu e também está assim, não é dos cogumelos porque... não é do chouriço porque...
Se houver por aí alguém que também tenha estado muito mal pode juntar-se a nós e vir carpir as mágoas.
Entretanto, para reconfortar a minha alma que só me deu pra febre e tudo o que é estômago se manteve intacto, hoje logo pela manhazinha fiz um mega bolo de limão... E o que comi enquanto ainda estava quentinho??
Salvem-me de ser uma dona de casa gordalhufas please.
ahh, entretanto, hoje dou a minha primeira formação a pais... tendo em conta que a psicologa que ia dar a de segunda teve zero, zerinho pais, será que eu tenho mais sorte das 7 as 8 da noite?? hummm....
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Na saúde e na doença!
Eis chegado o momento em que estamos os dois moribundos.
Ontem o homem chegou-me a casa as 5 da tarde e deitou-se directo no sofá, intercalando com idas (demoradas) à casa-de-banho. Também se queixava de vómitos.
Seguiu-se um serão em que não se mexeu, lá conseguiu vomitar e acabou a comer uma papa de arroz que lhe fiz.
Convenci-o a irmos cedo para a cama. Consegui. Mas à meia noite e meia o pobre bicho teve de se levantar e ir procurar a farmácia de serviço porque eu, a sua princesa, ardia em febre.
E agora cá estamos, os dois a partilhar a manta, entre grelhados e mau hálito. O amor é lindo!
Ontem o homem chegou-me a casa as 5 da tarde e deitou-se directo no sofá, intercalando com idas (demoradas) à casa-de-banho. Também se queixava de vómitos.
Seguiu-se um serão em que não se mexeu, lá conseguiu vomitar e acabou a comer uma papa de arroz que lhe fiz.
Convenci-o a irmos cedo para a cama. Consegui. Mas à meia noite e meia o pobre bicho teve de se levantar e ir procurar a farmácia de serviço porque eu, a sua princesa, ardia em febre.
E agora cá estamos, os dois a partilhar a manta, entre grelhados e mau hálito. O amor é lindo!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Pois então,
ontem entrei as 9h e saí as 19h... assim de surra dei mais horas ao estagio num dia do que aquelas que a maioria dos meus colegas dão numa semana.
Porém, haverá melhor coisa no mundo do que uma pessoa fazer o que gosta desde o minuto em que acorda ao minuto em que se deita? Considerando que, neste momento, até os minutos a dormir são o céu na terra, ao lado do meu marido!
Hoje é dia de folga, pois então:
-máquina da roupa a lavar - check
-varrer a casa - check
- fazer a cama - check
- fazer as bolachas que a minha mãe pediu para os anos dela amanhã - check
- estender a roupa - check
- tirar as bolachas do forno - check
- por outra maquina a lavar - check
- fazer o almoço - check
- estender a roupa - check
- tomar banho - check
- marcar depilação - check
- ir entregar papéis para o passe - NOT CHECK ----> why? Porque estamos em Portugal, minha gente. Plena estação do Rato às 15h30, guichet fechado, "ah, é por falta de pessoal", "mas então, onde é que eu entrego?" "pode ser no marquês menina".... Pois tá-se mesmo a ver, vou pagar um bilhete de metro para ir até ao Marquês.... não. E não tenho tempo de ir a pé. Fica para amanhã. Ou um dia destes, sei lá.
Ou então continuo a ter a sorte de não chover quando tenho de sair e faço eternamente os percursos a pé.
O meu rabo melhora, o meu marido agradece.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Ora viva
Tudo tranquilo, falo-vos directamente da minha cama, o meu local de trabalho para a manhã de hoje. Emails e relatórios serão agradavelmente intercalados com uma espreguiçadela e um aninhar no edredon!
Mantem-se tudo a funcionar e pretendo brevemente iniciar a minha cronica de dicas de casa para domesticas verdinhas... sei umas bem boas!
Agora, se me dão licença, vou despachar o dever primeiro e depois, se tiver tempo, venho entreter-vos!
Mantem-se tudo a funcionar e pretendo brevemente iniciar a minha cronica de dicas de casa para domesticas verdinhas... sei umas bem boas!
Agora, se me dão licença, vou despachar o dever primeiro e depois, se tiver tempo, venho entreter-vos!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Vida de dona de casa agora e para sempre
Aposto que anda para aí imensa gente a visitar este blog todos os dias para se rir da minha ausência de vida para além de boxers e meias pretas... É por isso que não tenho cá vindo, para não dar a essa malta toda o gostinho!
É verdade que aquela primeira semana e meia foi mais ou menos como ter sido posta no filme da Cinderela sem a parte do vestido e do sapatinho de cristal... e só não esfreguei o chão de joelhos porque neste século já há esfregonas (umas melhores que outras, é certo, que a nossa era péssima e agora já comprei outra!)
Boas notícias há aos pontapés, ora vejamos:
1- Já temos televisão! O homem do MEO estava quase a ter um colapso. Teve de sair duas vezes e ir a Sete Rios. Mas lá conseguiu, ao fim de 4 horas, deixar o nosso ninho do amor com tudo o que nos liga ao mundo a funcionar. Agora há net e tv com fartura!
2- Já conseguimos jantar uma vez juntos! VIVA!! Clap clap clap... afinal valeu a pena casar! Fiz cogumelos recheados, bem bom!
3- Já demos a nossa primeira petiscada para os amigos. Esta é uma dupla boa notícia: descobrimos que até cabem nesta casa mais 14 pessoas! Quem diria...
4- O homem é um espanto (com defeitos, é certo, o que o torna real!): ele lava, ele passa, ele arruma a cozinha todos os dias e ele até cozinha - ontem fez o almoço!
Enfim, parece que as coisas começam, finalmente, a entrar no ritmo. Saímos de manhã para trabalhar, o meu estágio está a correr lindamente apesar de ainda não ter começado com as formações que vou dar e as consultas aos miúdos ainda não estarem marcadas (a partir daí vou...mais ou menos... como vou dizer?... morrer para o mundo!)
Já tenho tema de tese de mestrado, mais tarde partilho isso.
Agora, aqui sentada no meu sofazinho a comer restos de sopa de cenoura que fiz ontem, quero partilhar a minha ida agridoce ao mercado. Primeiro, começar por dizer que ADORO praças e mercados. Sinto-me a fazer compras inteligentes e de qualidade. Acontece que a parte doce é que conheci a Dona Aurora, da bancada da fruta, que só me cobrou 4euritos por 5 pêssegos, 5 maçãs, 5 pêras e uma papaia. A parte amarga é que fui muito roubada na bancada dos legumes e nunca mais lá vou. Então não é que paguei 6 euros por 1kg de feijão verde, 1 courgette, 4 cenouras e 2 tomates?? Começa a render ir ao Pingo Doce...
Ah, e fiz-me de cínica e fingi que não sabia que a Júlia Pinheiro tinha um novo programa... queriam entrevistar-me, os moços! Tá-se mesmo a ver, a prova provada da minha domestiquice, a suar, de mochila às costas, na televisão desde a praça!
É verdade que aquela primeira semana e meia foi mais ou menos como ter sido posta no filme da Cinderela sem a parte do vestido e do sapatinho de cristal... e só não esfreguei o chão de joelhos porque neste século já há esfregonas (umas melhores que outras, é certo, que a nossa era péssima e agora já comprei outra!)
Boas notícias há aos pontapés, ora vejamos:
1- Já temos televisão! O homem do MEO estava quase a ter um colapso. Teve de sair duas vezes e ir a Sete Rios. Mas lá conseguiu, ao fim de 4 horas, deixar o nosso ninho do amor com tudo o que nos liga ao mundo a funcionar. Agora há net e tv com fartura!
2- Já conseguimos jantar uma vez juntos! VIVA!! Clap clap clap... afinal valeu a pena casar! Fiz cogumelos recheados, bem bom!
3- Já demos a nossa primeira petiscada para os amigos. Esta é uma dupla boa notícia: descobrimos que até cabem nesta casa mais 14 pessoas! Quem diria...
4- O homem é um espanto (com defeitos, é certo, o que o torna real!): ele lava, ele passa, ele arruma a cozinha todos os dias e ele até cozinha - ontem fez o almoço!
Enfim, parece que as coisas começam, finalmente, a entrar no ritmo. Saímos de manhã para trabalhar, o meu estágio está a correr lindamente apesar de ainda não ter começado com as formações que vou dar e as consultas aos miúdos ainda não estarem marcadas (a partir daí vou...mais ou menos... como vou dizer?... morrer para o mundo!)
Já tenho tema de tese de mestrado, mais tarde partilho isso.
Agora, aqui sentada no meu sofazinho a comer restos de sopa de cenoura que fiz ontem, quero partilhar a minha ida agridoce ao mercado. Primeiro, começar por dizer que ADORO praças e mercados. Sinto-me a fazer compras inteligentes e de qualidade. Acontece que a parte doce é que conheci a Dona Aurora, da bancada da fruta, que só me cobrou 4euritos por 5 pêssegos, 5 maçãs, 5 pêras e uma papaia. A parte amarga é que fui muito roubada na bancada dos legumes e nunca mais lá vou. Então não é que paguei 6 euros por 1kg de feijão verde, 1 courgette, 4 cenouras e 2 tomates?? Começa a render ir ao Pingo Doce...
Ah, e fiz-me de cínica e fingi que não sabia que a Júlia Pinheiro tinha um novo programa... queriam entrevistar-me, os moços! Tá-se mesmo a ver, a prova provada da minha domestiquice, a suar, de mochila às costas, na televisão desde a praça!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ele há coisas...
A vida é feita de encontros e desencontros... Falo de ti, Joana, bem-vinda ao blog (que não sei como descobriste). E obrigada por teres encontrado o que procuravas: a mim!
Sabem aquelas pessoas que conhecem na faculdade com quem são obrigadas a fazer trabalhos de grupo sabe lá Deus porquê, mas que quando acabam pensam "Chiça, esta vai ser mesmo boa Psicóloga!"?
A Joana é essa. Vai ser não, já é das boas! E muito embora eu e o Freud não partilhemos a mesma cama, adoro de vez em quando deixa-lo de pés destapados e deixar-se revelar. A Joana, pelo contrário, é daquelas corajosas que se dedicou a (tentar) compreendê-lo.
Ah, e a Joana, tal como eu, casou! Parabéns a nós, que mesmo sabendo que nos espera um mercado de trabalho moribundo ainda preferimos apostar no amor!
Sabem aquelas pessoas que conhecem na faculdade com quem são obrigadas a fazer trabalhos de grupo sabe lá Deus porquê, mas que quando acabam pensam "Chiça, esta vai ser mesmo boa Psicóloga!"?
A Joana é essa. Vai ser não, já é das boas! E muito embora eu e o Freud não partilhemos a mesma cama, adoro de vez em quando deixa-lo de pés destapados e deixar-se revelar. A Joana, pelo contrário, é daquelas corajosas que se dedicou a (tentar) compreendê-lo.
Ah, e a Joana, tal como eu, casou! Parabéns a nós, que mesmo sabendo que nos espera um mercado de trabalho moribundo ainda preferimos apostar no amor!
domingo, 26 de setembro de 2010
Rotina, que é isso?
Ola a todos!
Para aqueles mais optimistas que achavam que o meu silêncio se devia ao facto de ainda andar a passear o meu belo corpinho por esse mundo fora em lua-de-mel, desenganem-se!
Voltamos quase há uma semana e o cenário tem sido cinzento (as bolinhas cor-de-rosa!).
Se bem se lembram, no dia em que casamos a casa não estava pronta. Pelo que, enquanto estivemos em lua-de-mel não sabiamos bem o que nos esperava quando chegassemos. Chegamos do aeroporto muito baralhados por estarmos os dois a vir para o mesmo sítio, metemos a chave a porta e demos de caras com milhões de sacos e saquinhos. As nossas mães tinham vindo cá deixar tudo o que tinhamos para o nosso enxoval, mais o sofá, a cama, etc... Apesar de não termos dormido nada nessa noite (tinhamos feito México-USA-Portugal) deu-nos uma pica enorme e não queriamos parar enquanto não tivessemos a casa minimamente. E assim foi, porta sempre aberta, amigos a entrar e sair que nos queriam ver mas que acabavam por ir ficando a aparafusar isto e aquilo (e a Jo que me ajudou a desembrulhar e por a lavar todos os talheres!)...
E assim se passou a primeira semana em nossa casa: trabalhavamos durante o dia (mais as minhas aulas na faculdade) e a partir das oito da noite tinhamos a casa invadida por amigos a ajudar a montar tudo.
Não jantamos uma única vez sozinhos... ontem tivemos um casamento e finalmente hoje estamos os dois por aqui. Eu ainda de pijama, ele saiu para ir comprar panos e cola e mais não sei quê que era mesmo preciso.
Tarefas domésticas: tudo ok! 3 máquinas de roupa feita (há que por em dia tudo o que se sujou na lua-de-mel), cozinhar muito bem (marchou já um caldo verde, um franguinho no forno e uns biscoitos à minha moda!)... limpar é que não que eu cá não sou masoquista e enquanto ele me aparecer todos os dias com mais berbequins e caixotes eu não vou andar feita doida de rabo pro ar.
O MEO só vem na quarta-feira e por isso estamos limitados de net. Estou morta para comecar a escrever outra vez todos os dias e contar as nossas novas odisseias!
Wish me luck!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Hoooooney Moon
Maltinha fixe!
Como se anda ai pelas europas??
Por ca tudo bem, ainda casados!
Pois entao, NY foi optimo... 5 dias podiam ser demais mas nao foram. Porque fizemos questao de ser como eles e viver como eles... por isso andamos muito a pe e so raras excepcoes e que nos enfiamos no metro, como eles, porque taxia ta quieto, e preferivel gastar em compras (a esta hora ja perceberam que nao tenho acentos, certo?)
Pois bem, meteu de tudo. O turistico e o nao turistico, nao faltamos ao MoMa nem ao Museu de Historia Natural, passeamos no Central Park onde aqui a princesa arranjou as unhas (a mim propria, sim?) enquanto o principe lia (dormia) ao seu lado, fomos a uma celebracao Baptista toda em Gospel no meio do gueto em Harlem, em que ele se levantou e rezou por nos e toda malta: aaaaalleeeelluuuiiaaa!!, jantamos no restaurante mais animado da Broadway, petiscamos no restaurante do Seinfeld, bebemos frozen hot chocolate que a Oprah tinha aconselhado e, pasmem-se, ANDAMOS DE HELICOPETRO!!! Este e um resumo por topicos porque cada um deles tem uma piquena aventura que contarei ao longo do tempo para que o assunto nao se esgote...
Posso so dizer mais uma vez que a nossa cama tinha vista directa pro Empire State???
Agora chegamos ao nosso resort aqui em Holbox no Mexico... minha gente... o que e isto??? O paraiso! tenho mesmo de vir contar e mostrar mas agora nao que nao da muito jeito perder tempo na net... era so mesmo para dar noticias e dizer que qualquer semelhanca entre mim e uma baleia amolgada depois destes dias de Tudo Incluido e pura coincidencia!
Como se anda ai pelas europas??
Por ca tudo bem, ainda casados!
Pois entao, NY foi optimo... 5 dias podiam ser demais mas nao foram. Porque fizemos questao de ser como eles e viver como eles... por isso andamos muito a pe e so raras excepcoes e que nos enfiamos no metro, como eles, porque taxia ta quieto, e preferivel gastar em compras (a esta hora ja perceberam que nao tenho acentos, certo?)
Pois bem, meteu de tudo. O turistico e o nao turistico, nao faltamos ao MoMa nem ao Museu de Historia Natural, passeamos no Central Park onde aqui a princesa arranjou as unhas (a mim propria, sim?) enquanto o principe lia (dormia) ao seu lado, fomos a uma celebracao Baptista toda em Gospel no meio do gueto em Harlem, em que ele se levantou e rezou por nos e toda malta: aaaaalleeeelluuuiiaaa!!, jantamos no restaurante mais animado da Broadway, petiscamos no restaurante do Seinfeld, bebemos frozen hot chocolate que a Oprah tinha aconselhado e, pasmem-se, ANDAMOS DE HELICOPETRO!!! Este e um resumo por topicos porque cada um deles tem uma piquena aventura que contarei ao longo do tempo para que o assunto nao se esgote...
Posso so dizer mais uma vez que a nossa cama tinha vista directa pro Empire State???
Agora chegamos ao nosso resort aqui em Holbox no Mexico... minha gente... o que e isto??? O paraiso! tenho mesmo de vir contar e mostrar mas agora nao que nao da muito jeito perder tempo na net... era so mesmo para dar noticias e dizer que qualquer semelhanca entre mim e uma baleia amolgada depois destes dias de Tudo Incluido e pura coincidencia!
terça-feira, 7 de setembro de 2010
NY- 2nd day
Ola a todos!
Fala-vos o casalinho mais recente.
Perdoem-me a ausencia, mas devem calcular que a esta hora ja casei!
Estamos em NY, felicissimos, instalados num 16 andar com vista para o Empire State building. Porem, nao falamos das restantes condicoes do quarto!!
Sobre o casamento em si e o hotel das primeiras noites havemos de tecer consideracoes. Para ja, so queremos dar noticias a todos os nossos amigos e aos pais, que saibam que estamos muito felizes, a passear imenso e a aproveitar cada minuto.
O Diogo esta imparavel nas suas compras Minha Nossa!
E pronto, e isto. O rico dolarzinho nao da para nos estendermos muito mais. Aceitam-se comentarios, perguntas, encomendas e transferencias bancarias!
Agora vamos so ali almocar com vista para a Estatua da Liberdade!
Fala-vos o casalinho mais recente.
Perdoem-me a ausencia, mas devem calcular que a esta hora ja casei!
Estamos em NY, felicissimos, instalados num 16 andar com vista para o Empire State building. Porem, nao falamos das restantes condicoes do quarto!!
Sobre o casamento em si e o hotel das primeiras noites havemos de tecer consideracoes. Para ja, so queremos dar noticias a todos os nossos amigos e aos pais, que saibam que estamos muito felizes, a passear imenso e a aproveitar cada minuto.
O Diogo esta imparavel nas suas compras Minha Nossa!
E pronto, e isto. O rico dolarzinho nao da para nos estendermos muito mais. Aceitam-se comentarios, perguntas, encomendas e transferencias bancarias!
Agora vamos so ali almocar com vista para a Estatua da Liberdade!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
SPA PRECISA-SE!!!
Ninguém acredita o regabofe que tem sido.
Ele é almoços-enquanto-ainda-és-solteira, ele é comprar lençóis, ligar ao el corte ingles para apertar com eles sobre alguns presentes que queremos levantar antes (nomeadamente a mala de viagem, minha senhora não acha que íamos saltar a parte da lua-de-mel, pois não?). Deixar facturas e recadinhos para nos fazerem favores enquanto estamos em lua-de-mel, provas de vestidos, acertos de horários, visitas à quinta.... enfim...
Há uma cena óptima de pessoas que organizam casamentos.... se eu soubesse tinha poupado pra isso desde que nasci.
Dois apontamentos:
1- Pagamos hoje a nossa lua-de-mel todinha... tão catita a bolsinha, com bilhetes e bilhetinhos, vouchers e transfers... tudo no nosso nome (ou não, já que o Diogo passou a Diego!!)... vinhamos tão contentes embora o meu traje de calções, top e toalha debaixo do braço destoasse do resto dos trabalhadores da Torre do Colombo!
2- Fui ao Alegro (sim, ando a papar centros comerciais) e acabei no Jumbo onde me roubaram o carrinho, já cheio, enquanto o deixei para ir ao fundo de um dos corredores. Tudo por causa de um euro. A caminho da saída voltei a encontra-lo abandonado, mas cheio. Ao lado de uma senhora desvairada. É que ela também tinha o seu carrinho com um euro mas estava vazio, então fiquei a saber que o senhor gatuno era preguiçoso, e dava menos trabalho substituir o carrinho roubado do que esvaziar o meu!
sábado, 28 de agosto de 2010
BOUQUET!
Bouquet é, provavelmente, o segundo lugar das palavras que eu detesto mas que agora tenho de usar para ver se nos entendemos. Fui hoje tratar do meu.
Aliás, dos meus. Sabia de um mega contacto, a Orquídea Sapatinho, que fez o ramo de uma amiga minha por 12,50eur, preço record no mundo das noivas.
Tendo-me deitado ontem as 4.45 da manhã, vinda de um jantar na Comporta, às 9.00h já estava a pé porque era a única hipótese que tinha de ir tratar do ramo. Lá fomos nós, mãe e filha, para o Lumiar mas damos com o nariz na porta: a orquídea foi de férias.
Acabamos no básico dos básicos: a Decoflorália que é, de certeza e nós já sabiamos, o sítio mais caro de Lisboa, que abastece tudo e todos.
Lá fomos, lá consegui pedir os meus dois ramos para sexta-feira e da flor que eu queria (que não é a época delas) mais o saquinho das pétalas. Carote, 100eur o total, mas mesmo assim nada tão estrondoso como me tinham dito que seria um ramo de noiva.
É isto, vou pra festa do meu irmãozinho querido que faz 8 anos. E agora, ficam na dúvida se será parecido com o da fotografia! ahah
Aliás, dos meus. Sabia de um mega contacto, a Orquídea Sapatinho, que fez o ramo de uma amiga minha por 12,50eur, preço record no mundo das noivas.
Tendo-me deitado ontem as 4.45 da manhã, vinda de um jantar na Comporta, às 9.00h já estava a pé porque era a única hipótese que tinha de ir tratar do ramo. Lá fomos nós, mãe e filha, para o Lumiar mas damos com o nariz na porta: a orquídea foi de férias.
Acabamos no básico dos básicos: a Decoflorália que é, de certeza e nós já sabiamos, o sítio mais caro de Lisboa, que abastece tudo e todos.
Lá fomos, lá consegui pedir os meus dois ramos para sexta-feira e da flor que eu queria (que não é a época delas) mais o saquinho das pétalas. Carote, 100eur o total, mas mesmo assim nada tão estrondoso como me tinham dito que seria um ramo de noiva.
É isto, vou pra festa do meu irmãozinho querido que faz 8 anos. E agora, ficam na dúvida se será parecido com o da fotografia! ahah
PS- Para a semana a esta hora já estou prontíssima!!
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Viajar
Adoro. Adoro tudo. Adoro poder sair daqui, do meu dia-a-dia, tão meu, e confrontar-me com algo que não é só meu, que não é de ninguém, que é de todos. Esta possibilidade de rasgar as certezas das nossas opiniões, ver as realidades dos outros e que, também eles, têm muitas razões para se vestir de forma diferente, comer coisas diferentes, fazer coisas diferentes, pensar de forma diferente.
Para viajar não é só preciso ir. É também preciso deixarmos que viajemos. Viajar no tempo, na cultura, no sabor. Só assim, bem envolvidos, é que valerá a pena ter saído de casa. Só se mudarmos alguma coisa, por mais pequenina que seja, que nos faça sentir mais tolerantes, menos seguros, com mais vontade de rir, ou de chorar, que nos faça ser mais e voltar maiores.
E já ando toda contente por saber que este ano lá irei eu sentar-me num banco de metro a meter conversa, entrar numa casa para pedir um copo de água, dançar com o local divertido numa taberna, perguntar a um estranho no restaurante o que é que está a comer e pedir que me aconselhe... Tenho a lua-de-mel para partilhar tudo isto contigo (já para a semana!!) e depois ainda vamos a Amesterdão. Tenho muito a agradecer por me ser dada esta sorte.
Para viajar não é só preciso ir. É também preciso deixarmos que viajemos. Viajar no tempo, na cultura, no sabor. Só assim, bem envolvidos, é que valerá a pena ter saído de casa. Só se mudarmos alguma coisa, por mais pequenina que seja, que nos faça sentir mais tolerantes, menos seguros, com mais vontade de rir, ou de chorar, que nos faça ser mais e voltar maiores.
E já ando toda contente por saber que este ano lá irei eu sentar-me num banco de metro a meter conversa, entrar numa casa para pedir um copo de água, dançar com o local divertido numa taberna, perguntar a um estranho no restaurante o que é que está a comer e pedir que me aconselhe... Tenho a lua-de-mel para partilhar tudo isto contigo (já para a semana!!) e depois ainda vamos a Amesterdão. Tenho muito a agradecer por me ser dada esta sorte.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
novo fundo!
Gostava mais do outro wallpaper, era mais a minha cara.
Mas, no meio da sua busca, encontrei este que acho mais veranil.
Depois quando mudarmos de estação volto ao original.
Já não podia era ver a coisa tão cinzenta!
Mas, no meio da sua busca, encontrei este que acho mais veranil.
Depois quando mudarmos de estação volto ao original.
Já não podia era ver a coisa tão cinzenta!
Mineiros
Todos os dias tomo o meu (extenso) pequeno-almoço de televisão ligada na Sic Notícias. Mas devo mesmo andar tão distraída que só hoje é que ouvi as ditas, as notícias, como deve ser.
E fiquei mesmo impressionada com o que se passa com aqueles mineiros no Chile. Comecei por ficar assim quando ouvi que não sairiam antes do meio de Setembro mas, depois, a notícia era que agora foram informados que a data estimada era o fim de Novembro. Que horror. Três meses a viver debaixo da terra.
Estão a ser bem monitorizados, recebem comida e roupas, vão trocando correspondência com o exterior (houve até um que mandou uma carta a pedir a namorada em casamento!!)...
Vão-lhes mandar luzes a imitar a luz do dia, baralhos de cartas, dão-lhes instruções de higiene, um plano de exercício físico (não podem ter mais de 90cm de cintura no dia em que se prevê que o túnel para eles sairem estiver aberto)....
Mas, caramba, sempre são três meses a viver com mais 32 pessoas, debaixo da terra, numa pressão psicológica que a nada se compara. Aquilo não vai correr bem, e toda a força com que estão agora vai-se esgotando com o tempo... rezamos por eles.
E fiquei mesmo impressionada com o que se passa com aqueles mineiros no Chile. Comecei por ficar assim quando ouvi que não sairiam antes do meio de Setembro mas, depois, a notícia era que agora foram informados que a data estimada era o fim de Novembro. Que horror. Três meses a viver debaixo da terra.
Estão a ser bem monitorizados, recebem comida e roupas, vão trocando correspondência com o exterior (houve até um que mandou uma carta a pedir a namorada em casamento!!)...
Vão-lhes mandar luzes a imitar a luz do dia, baralhos de cartas, dão-lhes instruções de higiene, um plano de exercício físico (não podem ter mais de 90cm de cintura no dia em que se prevê que o túnel para eles sairem estiver aberto)....
Mas, caramba, sempre são três meses a viver com mais 32 pessoas, debaixo da terra, numa pressão psicológica que a nada se compara. Aquilo não vai correr bem, e toda a força com que estão agora vai-se esgotando com o tempo... rezamos por eles.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
ai ai mãezinha
Ontem ficamos umas 4 horas a trabalhar para o casamento. A fazer o placard onde se escrevem as mesas, a dar os nomes a todas as mesas e outras coisas mais que, por ser surpresa, não vou dizer aqui. Acontece que, quando tudo estava acabado, nos apercebemos que tinha estado a gravar sabe lá Deus onde.
Tinha tirado o ficheiro do meu email e fiz tudo a partir desse documento. Ia carregando em "gravar" no automático sem fazer "gravar como"...
Enfim, as 4 da manhã lá tinha acabado tudo outra vez.
Hoje segue tudo para imprimir.
Tinha tirado o ficheiro do meu email e fiz tudo a partir desse documento. Ia carregando em "gravar" no automático sem fazer "gravar como"...
Enfim, as 4 da manhã lá tinha acabado tudo outra vez.
Hoje segue tudo para imprimir.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Sobre Roma
Na 5ª feira passada aterrei em Lisboa vinda da minha última viagem enquanto solteira. E não deixou de ser estranho pensar que um mês depois aterraria no mesmo aeroporto mas, dessa vez, chegada da minha lua-de-mel.
Desta vez fui a Roma com a minha Mãe. Não me canso de dizer o quanto adoro Roma e o quanto acho essa cidade a mais completa que existe: nela há espaço para história da humanidade, arquitectura, religião e moda... dificilmente não se encontra em Roma aquilo que se procura.
Foi uma viagem que não irei esquecer. Quatro dias daqueles em que não há nada, mas mesmo nada, que tenha sido mau ou menos bom.
Logo para começar, ficamos num hotel mesmo em cima da Scallinata. Uma categoria de localização, com um pequeno-almoço todos os dias com vista para os telhados romanos.

No primeiro dia e meio foi só comprar, comprar, comprar!!! A minha mãe ainda precisava de encontrar os sapatos para levar ao nosso casamento. Para além disso ainda andamos a completar o meu espólio de trapos a levar, agora que me caso.
Mas não se resumiu a esta vidinha fútil (ainda que prazerosa): andamos imenso a pé, voltamos a todos os sítios de Roma que nos são queridos, a todas as praças que nos enchem as medidas e entregamo-nos, mais uma vez, à imensidão (física e espiritual) da Basílica de São Pedro, na qual entreguei todos os anos do nosso casamento.
Agora, ao fim da 3ª ida a Roma e com a perfeita noção da cidade, ofereço-me publicamente para dicas aos viajantes.
Por agora, deixo-me ficar por Lisboa. O casamento está à porta.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
checking in
Voltei do Alentejo. Acabadinha de chegar de três dias de queijadas, empadas, pastéis de nata, feijoadas, vitelas e rosbife. Tão acabadinha que tenho aqui a mala meio aberta aos meus pés e ainda não me mandei a ela. Nem vou mandar. E porquê??
Porque daqui a 5 horas estarei a voltar a levantar este (lindo e elegante) rabinho da cama e rumarei ao aeroporto.
Até 5ª feira procurem-me por Roma, onde se passará a minha despedida de solteira de mãe e filha. Pois é. Tiramos 4 dias para estar só as duas. Fazer aquilo que sempre adoramos fazer as duas: passear, conversar horas, passear nas lojas, experimentar, comprar, ter ataques de riso e até mesmo (pasme-se quem nos conhece), passar horas sem dizer nada. Sempre soubemos respeitar muito bem o espaço uma da outra e os timmings de cada uma. Por isso é que as coisas sempre (ou quase) fluiram.E assim será. Para os caros leitores a parte boa é que terão novas aventuras e novas fotografias daquela que é a cidade que me conquistou.
Até lá, contem os segundos destes últimos 18 dias solteira!!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
De volta
A razão do meu silêncio prende-se com o facto de ainda não ter decidido se falo dos três dias mais divertidos da minha vida (que foram a despedida de solteira), ou se desabafo acerca do modo como esta acabou.
Acho que posso começar e logo vejo onde é que acabo. Se entretanto os olhos se encherem de lágrimas, eu paro. E volto depois.
Pois então, naquele dia 3, fui enfiada num carro com um grande letreiro a dizer "Despedida de Solteira". Rapidamente percebi que não era só eu que não sabia o destino. Elas também tinham apenas uma ideia. Muito ligeira. O que me foi dito é que seria a verdadeira despedida de solteira porque nunca mais me meteria num carro com elas apenas com um mapa, uma panela e uma tenda. E é bem verdade.
A primeira paragem foi em Tavira para a J. subir a bordo. Ficava completo o quarteto fantástico!
Rumamos a Espanha e aterramos em Sevilha. Nunca tinha estado em Sevilha e adorei. Facílimo encontrar um Hostel para dormir. Bem em conta (12euros) e em pleno centro da cidade, a um minuto a pé da Catedral.
Nessa noite fui obrigada a sair para jantar e beber um copo vestida de Sevilhana (dadas autorizações para rir)
Em Tarifa pagamos o parque de campismo, montamos tendas, fizemos almoço, dormimos um bocadinho e fomos para a praia dormir outro bocadinho. Acabamos a tarde na vilazinha, fomos ao supermercado, fizemos o jantar e fomos para a noite.
Desta vez, tive de ir com o meu véu, um mealheiro na mão e um cartaz muito sugestivo a pedir ajuda para a lua-de-mel. Alvo de risadas e provocações a noite toda mas ainda fiz uma boa quantia que me vai saber pela vida em NY!
Chegamos a tenda as 8 e tal da manhã. Dormir até as 14h e rumamos a Gibraltar. Onde fomos à ponta da Europa, onde experimentamos vestidos em lojas e onde acabamos a brincar com os macaquinhos.
Acho que posso começar e logo vejo onde é que acabo. Se entretanto os olhos se encherem de lágrimas, eu paro. E volto depois.
Pois então, naquele dia 3, fui enfiada num carro com um grande letreiro a dizer "Despedida de Solteira". Rapidamente percebi que não era só eu que não sabia o destino. Elas também tinham apenas uma ideia. Muito ligeira. O que me foi dito é que seria a verdadeira despedida de solteira porque nunca mais me meteria num carro com elas apenas com um mapa, uma panela e uma tenda. E é bem verdade.
A primeira paragem foi em Tavira para a J. subir a bordo. Ficava completo o quarteto fantástico!
Rumamos a Espanha e aterramos em Sevilha. Nunca tinha estado em Sevilha e adorei. Facílimo encontrar um Hostel para dormir. Bem em conta (12euros) e em pleno centro da cidade, a um minuto a pé da Catedral.
Nessa noite fui obrigada a sair para jantar e beber um copo vestida de Sevilhana (dadas autorizações para rir)
Foi muito divertido. Exageramos nas Tapas e na Sangria. Andamos divididas entre dois bares enquanto experimentamos as melhores caipirinhas de toda a história. Ainda fomos à dita discoteca badalada, Cassino, mas estava às moscas.
Segundo dia: mandaram vestir bikini e calções. E foi-me dito que era dia de fazer tudo o que as crianças fazem, voltar a ser menina. Conclusão: dia passado no AquaPolis, um parque aquático. Tão divertido. De repente ali estavam 4 crianças de 23 anos, a subir rampas a correr com boias debaixo dos braços e a descer escorregas aos guinchinhos. Para quem nunca foi, na sua vida adulta, a parques aquáticos com as amigas, o meu conselho é que não deixe escapar.
Por volta das 8 da noite pusemo-nos a caminho do próximo destino. Era Conil de La Frontera, onde nos foi dito que havia boa noite. Perdemo-nos (como já era de esperar) e ainda tivemos uma cena caricata: paramos num sítio sinistro para pedir informações e quando quisemos arrancar o carro não pegava. Mega ataque de riso e de nervos, que só víamos gente duvidosa por todo o lado.
Chegamos a Conil por volta da meia-noite (atenção: 4h depois, para um caminho que se faz em hora e meia), ainda tentamos encontrar um sítio para ficar mas estava tudo cheio. Ver as ruas todas cheias de gente (gira) animada já nos estava a irritar. Paramos num parque de estacionamento de terra e foi mesmo ali que comemos qualquer coisa, mudamos de roupa e fomos para a noite. Desta feita tive de ir de véu na cabeça.
Foi uma bela paródia. Chegamos ao carro as 7 da manhã. O que diz tudo. Dormimos uma horas e por volta das 13h rumamos ao próximo destino. Era Tarifa. Em vez de apanharmos a auto-estrada, decidimos fazer a costa. Caminhos brutais e paisagens lindas.
Em Tarifa pagamos o parque de campismo, montamos tendas, fizemos almoço, dormimos um bocadinho e fomos para a praia dormir outro bocadinho. Acabamos a tarde na vilazinha, fomos ao supermercado, fizemos o jantar e fomos para a noite.
Desta vez, tive de ir com o meu véu, um mealheiro na mão e um cartaz muito sugestivo a pedir ajuda para a lua-de-mel. Alvo de risadas e provocações a noite toda mas ainda fiz uma boa quantia que me vai saber pela vida em NY!
Chegamos a tenda as 8 e tal da manhã. Dormir até as 14h e rumamos a Gibraltar. Onde fomos à ponta da Europa, onde experimentamos vestidos em lojas e onde acabamos a brincar com os macaquinhos.
A viagem estava longe de chegar ao fim, mas a vida é imprevisível e temos de estar sempre prontos para que mude de um segundo para o outro. Foi o que nos aconteceu, no caminho de volta para tarifa, tivemos um acidente brutal, sobre o qual não me apetece falar agora, nem hoje. Nem sei se me vai apetecer algum dia contar isso aqui. Quem sabe.
E pronto. Foi isto. Tenho estado de cama os últimos dias obrigada a repouso. Vou hoje fazer uma TAC. E à noite sigo para descansar no Alentejo. Até domingo.
Vi que foi cancelado o meu wallpaper e por agora fica mesmo cinzento, que não tenho cabeça para me pôr com mariquices.
Informo, também, que este blogue não irá aderir ao acordo ortográfico!
E obrigada a todos os que continuam a ler este blogue, mesmo perante a minha ausência.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
a modos que é isto
Não, este blogue não morreu. E sim, continuo a adorar que tenha visitas mesmo quando não escrevo nada.
Fui para vilamoura. Foram as últimas férias com Mãe e irmãos debaixo do estado civil de solteira. E na sexta apanhei um autocarro de 4horas para Lisboa, no sábado acordei cedo, lavei, penteei e vesti e rumei para um casamento em Alcobaça. Saí cedo e à meia-noite já estava outra vez em Vilamoura a dar um granda beijinho de parabéns à minha irmã.
Ontem namorei imenso, fizemos juntos o jantar de anos e agora ja cheguei outra vez a Lisboa.
Fazer uma mochila a correr que amanhã as 10h serei apanhada e levada pelas madrinhas para parte incerta.
!!!!!
Fui para vilamoura. Foram as últimas férias com Mãe e irmãos debaixo do estado civil de solteira. E na sexta apanhei um autocarro de 4horas para Lisboa, no sábado acordei cedo, lavei, penteei e vesti e rumei para um casamento em Alcobaça. Saí cedo e à meia-noite já estava outra vez em Vilamoura a dar um granda beijinho de parabéns à minha irmã.
Ontem namorei imenso, fizemos juntos o jantar de anos e agora ja cheguei outra vez a Lisboa.
Fazer uma mochila a correr que amanhã as 10h serei apanhada e levada pelas madrinhas para parte incerta.
!!!!!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
U O C A L U R
Com estas letras podem fazer a palavra que descreve os meus últimos dias: LOUCURA!!
Trabalhar para ganhar umas massas extra e no meio já ficou comprado o colchão (que depois vai merecer um post), os papéis todos (civis e religiosos), os presentes já começaram a chegar, a segunda prova do vestido (em que já se vê prontinho, lindo e maravilhoso)...
Também vos quero contar do ensaio do penteado...
E também quero comentar a ida ao Superbock com o meu homem...
E também vos quero mostrar os sapatos que já os tenho aqui...
E acabaram de ficar comprados os bilhetes para a minha viagem sozinha com a minha mãe, despedida de solteira mãe e filha. Vamos a Roma, de 16 a 19 de Agosto.
E agora estou a espera que apitem, porque vou para a despedida de solteira. Só sei que tenho de estar pronta. Não sei mais nada...
Vou-me... e aí, sim, vou ter ainda mais coisas para contar.
Trabalhar para ganhar umas massas extra e no meio já ficou comprado o colchão (que depois vai merecer um post), os papéis todos (civis e religiosos), os presentes já começaram a chegar, a segunda prova do vestido (em que já se vê prontinho, lindo e maravilhoso)...
Também vos quero contar do ensaio do penteado...
E também quero comentar a ida ao Superbock com o meu homem...
E também vos quero mostrar os sapatos que já os tenho aqui...
E acabaram de ficar comprados os bilhetes para a minha viagem sozinha com a minha mãe, despedida de solteira mãe e filha. Vamos a Roma, de 16 a 19 de Agosto.
E agora estou a espera que apitem, porque vou para a despedida de solteira. Só sei que tenho de estar pronta. Não sei mais nada...
Vou-me... e aí, sim, vou ter ainda mais coisas para contar.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
shotgun
Hoje é o dia em que não posso ceder à piscina nem à praia. Reuniões, consultas, recados.
E hoje foi o dia em que o tempo acordou de trombas. Ahah!!!!
E hoje foi o dia em que o tempo acordou de trombas. Ahah!!!!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
A vida pode ser tão dura...
... como passar o dia na piscina e acabá-lo a comer caracóis e caipirinhas... coitadinha de mim!
Boletim da Noiva
A nossa lua-de-mel já está toda tratada! Adormeço todos os dias a pensar nisto. Nisto e na vida que quero tanto partilhar contigo.
E teremos uma semana em Nova York,
E teremos uma semana em Nova York,
4 dias na ilha paradisíaca de Holbox:
E depois mais 5 dias no México, Cancun, Playa del Carmen, visitas as Pirâmides e as grutas de meteoritos.
Enfim, com um cheirinho de todos os géneros. Como eu gosto. E tu também, claro.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Finalmente percebi...
... por que é que as pessoas foram feitas para viver juntas, partilhar casa. É para que seja possível comprar no Ikea.
Sim, porque lá fui eu ontem, muito amorosa para tornar possível este sonho de casarmos daqui a um mês e meio, para o Ikea comprar tipo mil coisas que nos faltam em casa. E assim ele não tinha de se preocupar, que já anda com tanto trabalho. E agora nem está em Lisboa, e sabe lá Deus quando volta (não te esqueças, dia 4 casas comigo, han?Escreve já na agenda).
E pronto. Fui. E vi um espelho que adorei. E que antes era 79eur e agora estava por 19. Quis levar. MAS ESTAVA SOZINHA. Não havia homem para me meter aquilo no carrinho. 20 minutos de seca parada a guardar o último espelho que havia. Nada. Não passou um único funcionário. Às tantas lá me aventurei e fui-me afastando devagarinho, sempre a andar a olhar para trás (porque a qualquer momento poderia ter de dizer "Hey, largue já isso que esse é meu, ah vá lá ver").
Encontrei um senhor "Olhe, desculpe, é que estou sozinha, podia levar-me este espelho até à caixa. Vou levá-lo mas ainda tenho de ir buscar umas prateleiras e não consigo com tudo." "Não, menina, não posso. Posso ajudá-la a meter no carrinho mas depois é consigo."....
Como é que era suposto eu, do alto dos meus 47kg (boa, disse o meu peso!!) conseguir levar um carrinho cheio de tralha que uma casa precisa, mais um espelho gigante, mais 10 prateleiras, sendo que uma delas com 1,90m???
Pois. É possível, mas se for em duas vezes. Fiz opções. Levei o espelho e a cangalhada, mais 5 prateleiras das pequeninas (agora fizeram umas de 30cm que dão um jeitão). E hoje de manhã, às 11h, já lá estava a carregar o resto.
Para me compensar, passei a tarde na piscina com a minha querida grande amiga R. Que bem que soube. Até às 18.30. E agora ainda dei aqui uma sessãozinha de motivação e incentivo ao meu vizinho A. que é da área de cinema e está a precisar de um empurrão para ir para fora trabalhar. Ou pelo menos sair daqui, que viver em casa dos pais aos 26 deve ser cá uma tortura.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Caso para ter medo?
Já fui avisada para reservar os dias 23 a 25 de Julho e a semana de 3 a 8 de Agosto... Acham que me vão fazer mal?
Quem inventou a história das despedidas de solteira surpresa?
Quem inventou a história das despedidas de solteira surpresa?
Pronto, é hoje
Detesto vir aqui para o meu canto publicar coisas de que todos os outros blogues andam a falar.
Mas este eu não aguento. Sou uma romântica incurável por isso podem imaginar o efeito que isto tem em mim. Já sei as falas de cor!
Ora então, para personagens temos dois exemplares humanos, espanhóis, bem fornecidos de atributos:
Ela é jornalista e fez a cobertura do mundial, ele é o guarda-redes da selecção espanhola. E são namorados!
Ontem ele foi campeão mundial e ela teve de o entrevistar. O (delicioso) resultado foi este:
E dá-me razão quando digo que o mais interessante não se passa nos 90 minutos de jogo!
Mas este eu não aguento. Sou uma romântica incurável por isso podem imaginar o efeito que isto tem em mim. Já sei as falas de cor!
Ora então, para personagens temos dois exemplares humanos, espanhóis, bem fornecidos de atributos:
Ela é jornalista e fez a cobertura do mundial, ele é o guarda-redes da selecção espanhola. E são namorados!
Ontem ele foi campeão mundial e ela teve de o entrevistar. O (delicioso) resultado foi este:
E dá-me razão quando digo que o mais interessante não se passa nos 90 minutos de jogo!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
dia útil
Dentro da sua inutilidade, este dia está a servir para coisas pendentes como actualizar a página deste blog dedicada às viagens. Ide ver.
culinarices
Arrumei pouco e dormi muito. No meu dia não existiram as horas entre as duas e as cinco da tarde.
Mas de manhã fiz o almoço. Bem quero treinar receitas diferentes para a minha vida de dona de casa, que se aproxima galopante, só que a minha irmã não deixa.
Lá me suplicou ela a minha massa com alho francês e gambas. Seja feita a sua vontade. Já lhe chamo "Pasta de la Mana". Se depois eu não souber fazer mais nada a culpa é dela.
Depois olhei para as últimas sobreviventes de um saco enorme de laranjas que o D. me tinha trazio do algarve e aventurei-me pela primeira vez num bolo de laranja... Tão perfeito e tão bom. Dizer que a esta hora já não há nadinha dele explica muita coisa, não?
rescaldos
Foi um bom fim-de-semana, este.
Arrancamos com o Shrek, no cinema, sexta à noite. Ficou decidido, por unanimidade, que nunca mais iremos ver filmes em 3D... nenhum de nós morre de amores por aqueles óculos e aqueles efeitos que mais nos fazem pensar que devíamos passar na multiópticas mais próxima (se bem que com aquelas promoções, mais dá vontade de só lá passar quando o desconto igual à idade valer a pena).
Seguiu-se um sábado muito longo. Ora vejamos, às 9.30h já estavamos em Alverca, na arrecadação da minha mãe, para decidir se ficavamos com o soumier e o sofá que estão para lá guardados. Vamos ficar. Sempre são uns trocos que se poupam e se virmos que precisamos de espaço, investimos mais tarde num soumier daqueles com arrumação por dentro.
Ao meio-dia estavamos na nossa casa, com o senhor das obras, para pedir mais uns orçamentos e oscultar as suas previsões de conclusão da obra. Disse-lhe o D. com um ar muito sério, olhos nos olhos, "Isto não está pronto antes de Setembro".... seguiu-se o silêncio (casamos no inicio de setembro, by the way)... mais silêncio, e eu a pensar "É bom que digas que claro que fica pronto com um ar muito convincente", mas não disse... Fez de propósito, eu sei. E agora a minha cabeça alterna entre cenários igualmente catastróficos para o meu início de vida conjugal: quartinho em casa da minha mãe, quartinho em casa da mãe dele, quartinho numa pensão, quartinho debaixo da ponte...
Enfim, aterramos o rabo na piscina e só saímos de lá ao fim da tardinha para que o meu excelentíssimo me levasse a celebrar o dia 10 no parque que tem o nome do meu avô e onde eu nunca tinha ido... Para o compensar paguei-lhe um Santini. Han? Porreira....
Já ontem, foi desde manhã até ao fim do dia a chapinhar dentro d´água. Com direito a sobrinha e tudo!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
s/t
Estou a ficar farta do tema de noivas. Por isso, e só para que aqueles que só sabem de mim por aqui, ficam a saber que os sapatos já estão escolhidos e encomendados (bem ao meu jeito, on a budget! Baratinhos, baratinhos e tão confortáveis como os chinelos da golegã da minha infância), e o ensaio do penteado está marcado também para 22. Já se sabe, eu cá vai tudo de uma vez. Vou chegar a casa nesse dia a vomitar branco.
Finda esta pequena actualização tenho a tecer umas considerações. Ontem a minha querida mãezinha desafiou-me para ir com ela ao cabeleireiro, que me pagava. Ninguém no seu perfeito juízo recusaria. Por isso lá fui eu, qual dondoca, lavar, pentear e pintar mãos e pés. E nos entretantos fui pensando nalgumas coisas tais como a capacidade que pequenos momentos como estes podem ter no nosso dia. Eu sou contra o esbanjamento, contra o toma lá aqui 300 quando sei que ao lado me pedem 30, contra o comprar para se dizer que tem ou fazer para se mostrar que pode. E perante esta minha postura pode haver muita gente (daqueles que me rodeiam) que não compreendem como é que sou capaz de levar o lanche da manhã na carteira ou ir a pé não sei onde só para comprar o azeite mais barato e depois apareço sempre com as unhas arranjadas, roupa gira (digo eu), viajo, ofereço presentes.
E, nessas alturas, é-me muito difícil explicar como é que fui capaz de tornar o dinheiro nalguma coisa que existe para me servir e não o contrário: não sou, como a maioria das pessoas, escrava do dinheiro. Uso-o só para coisas que me façam realmente bem e feliz e tudo o resto, que pode ser substituível, é-o na primeira oportunidade.
E as coisas que são realmente importantes e que me fazem feliz são aquelas que funcionam quase como uma fascina: libertam espaço no coração e energia mental para me entregar melhor aos outros, dar-lhes mais de mim. Prova provada foi o bom humor com que saí do cabeleireiro, com que enfrentei a fila da A5 e ainda me despedi dele com um granda beijão, que a época dos festivais já começou e ele precisa de assegurar tudo.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
fases noivadas
Hoje é dia 8 de Julho e acordo a pensar que ninguém nos avisa que organizar o início de uma vida a dois daria tanto trabalho. E muito relaxada fui eu... só que agora é tudo de uma vez.
A primeira prova do vestido correu lindamente. Com muita pena que todas as minhas 5 madrinhas estivessem com coisas para fazer, mas nem foi assim tão grave porque era só para moldar o forro ao meu corpo. Tal e qual como eu o imaginei. Dia 22 as 18.30 lá irei outra vez e, agora, para ver o meu vestido prontinho.
As obras de casa arracancaram a grande ritmo mas encontraram uma bela de uma rasteira: quando iam arranjar uma parte do chão descobriram que os barrotes estavam todos podres. Ou seja (para quem isto é chinês) teremos de mudar o chão todo. Lá terá de ser.
É muita giro as diferentes fases por que passamos no noivado e, principalmente, num noivado tão longo como o nosso. Dá para tudo. Deu para estar um ou dois meses anestesiada, sem perceber bem o que se ia passar. Deu para passar pelo stress inicial de decidir as coisas básicas: quando e onde, quem serve e quem recebe. Depois dá para pensar "Fazemos as coisas com calma que ainda temos tempo." À qual se seguiu a fase "Está cada vez mais perto, não temos nada pronto, não há vestido, não há fraque, não há casa, não há lua-de-mel..."
E, agora, entrei na fase (que acho que é a última) que é: "É o primeiro dia mais feliz da minha vida, quero aproveita-lo. Viver cada minuto. Ver e estar com cada uma das pessoas que mais me importam e fazem feliz. Olhar para ele, dar-lhe a mão com imensa força, prometer-lhe toda a minha vida, rir, fazer brindes, dançar até me doerem os pés, comover-me e abraçar todos. Preciso de uma cama, uma casa de banho, dois copos, dois pratos e dois talheres (ou só uns que nós cá não somos de nojos), de umas almofadas no chão para receber os amigos. Se mais nada estiver pronto, não faz mal. No fundo, desejamos e temos a vida toda."
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
lencinho de papel
É o que me parece que vou precisar naquele nosso dia.
Isto porque ontem reunimos o coro para ensaiar as músicas e, meu Deus, nem parecia um primeiro ensaio.
Lindo, lindo, lindo.
Isto porque ontem reunimos o coro para ensaiar as músicas e, meu Deus, nem parecia um primeiro ensaio.
Lindo, lindo, lindo.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Update
Impressionante, impressionante é que eu continue a ter leitores mesmo quando não venho cá.
Perdão a todos os que abrem esta página na (enorme) expectativa de ler coisas interessantes ou, pelo menos, novas.
Mas castiguem-se todos os que acharam que o post sobre as lombrigas tinha como personagens principais eu e o meu senhor. Certamente que não. Em primeiro lugar, não me estou a ver naqueles preparos e em segundo, caso tivesse perdido a cabeça e o fizesse, jamais o contaria a alguém. Nem ao Padre em confissão.
Postos os pontos nos is, seguimos para o que interessa (ou não), que é a minha existência.
Pois que entrei e de férias. E agora é que é, não fazer nada o dia inteiro, passear o meu rabo por todas as camas e sofás desta casa (dito assim até parece que vivo num hotel), comer muito, banhar-me na piscina... Mas não é verdade.
Desde que larguei o meu querido mestrado que me agarrei a trabalhos árduos. Todos os dias antes das 9 (ceduxo para quem está de férias) lá estou eu prontinha a sair de casa. Na primeira semana andei a tomar conta de crianças (cujo pai nos lê religiosamente). Ora foi praia, piscina, queremos mergulhos, queremos carreirinhas, queremos gelados... Parar é que era mentira, e piscar os olhos poderia significar ver duas gémeas a entrar pelo mar adentro dispostas a chegar aos Açores.
Tratei também da lista de casamento no El Corte Inglés. Foi pacífico. Lá vai a pessoa muito bem intencionada no principio sem querer enganar os seus convidados e escolhe tudo com calma, cada referência é bem meditada... mas às tantas, confrontados com a irritação de estarmos a escolher coisas que já nem devem existir quando formos buscar, desata-se a escolher o mais caro de cada um e meter lá para depois termos margem de manobra. Agora já ali está, tão linda, online, onde figura uma desencantadora mensagem "0 PRESENTES COMPRADOS"...
Esta semana, está a ser igualmente atarefado. Ora vejamos:
- Contratos de água, luz e gás feitos. Equivalente a uma hora e meia na loja do cidadão das laranjeiras, o que nem achei assim tão dramático.
- Seguiram-se 20 minutos de espera na conservatória para dar inicio ao processo de casamento. Chegada ao balcão, afinal tinha sido mal informada, precisam de ir os dois noivos. Ligou-se ao dito, que saiu do escritório e veio só ali casar-se num instante! (Na conservatória de Oeiras é que só precisa de ir um dos noivos e da segunda vez é que é preciso os dois, para assinar. Mas aqui só se vai lá uma vez, o resto é por correio).
- Reunião de estágio
- Buscar um bocado de tecido de vestido à costureira para escolher véu e sapatos.
- Encomendas as alianças. Chegam dia 12.
- Roupas das crianças escolhidas e encomendadas.
- Ontem, 5 horas na casa à espera que a água, luz e gás viessem ser ligados.
- Hoje teremos o ensaio do coro para ouvirmos e acabarmos de escolher as músicas.
Han, que tal? Bem tonificada neste momento!
E agora as obras começaram mas não me parece que acabem tão cedo com o chão todo para mudar.
Enfim.
Já cá passo que quero começar a dar contéudo a este blog.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Madrinhas de casamento
Recebi este email da minha cunhadinha querida, que já reencaminhei às minhas madrinhas, mas que aqui deixo para ajudar tantas outras noivas:
As madrinhas devem ajudar a noiva na preparação de todo o casamento em geral, procurando saber que coisas é que podem fazer/ir buscar/encomendar/participar para que não tenha de ser a noiva a fazer tudo, porque são mesmo muitas coisas.
- Ajudar nas decisões do vestido: as madrinhas são as unicas, dos convidados, que conhecem o vestido. Devem acompanhar a noiva nas provas, dando conselhos e opinião para que o vestido fique perfeito.
- Ajudar na preparação da festa - ajudar na organização das mesas. No local por as ementas, por o placard com as mesas, centros de mesa.
- Ajudar a esticar a cauda do vestido e o véu durante toda a missa. Sempre que se senta e se levanta para que não fique entalado, não pise, etc..
- Apoiar a noiva na mudança do vestido de noiva para a roupa de saída. Ajudar a mãe a tomar conta do vestido e respectivos acessórios.
- Organizar as cestas de pétalas e de arroz para atirar aos noivos à saída da igreja, e segurar esses cestos distribuindo pelos convidados
- A madrinha deve ter presente um estojo com tudo o que a noiva possa precisar: maquilhagem, lenços de papel, remédios, lista de telefone de todos os fornecedores.
Necessaire (arranjado pelas madrinhas) para levarem para a festa tem de ter:
- maquilhagem
- laca
- ganchinhos
- alfinetes de ama
- perfume
- desodorizante
- agulha e linha branca (da mesma cor do vestido)
- algodão cotonetes e desmaquilhante
(tudo o que se forem lembrando e for preciso)
- Poderá ter uma máquina fotográfica e registar os momentos mais importantes e mais íntimos (as provas do vestido, o vestir, pentear e maquilhar no proprio dia, os momentos antes da hora da missa, as idas a casa-de-banho)
- Acompanhar a noiva no grande dia: ida ao cabeleireiro, vestir
- Durante a festa, deverá estar atenta para ver se nada falta e tudo corre como é suposto - AJUDAR A NOIVA SEMPRE QUE PRECISAR DE IR A CASA-DE-BANHO..
As madrinhas devem ajudar a noiva na preparação de todo o casamento em geral, procurando saber que coisas é que podem fazer/ir buscar/encomendar/participar para que não tenha de ser a noiva a fazer tudo, porque são mesmo muitas coisas.
- Ajudar nas decisões do vestido: as madrinhas são as unicas, dos convidados, que conhecem o vestido. Devem acompanhar a noiva nas provas, dando conselhos e opinião para que o vestido fique perfeito.
- Ajudar na preparação da festa - ajudar na organização das mesas. No local por as ementas, por o placard com as mesas, centros de mesa.
- Ajudar a esticar a cauda do vestido e o véu durante toda a missa. Sempre que se senta e se levanta para que não fique entalado, não pise, etc..
- Apoiar a noiva na mudança do vestido de noiva para a roupa de saída. Ajudar a mãe a tomar conta do vestido e respectivos acessórios.
- Organizar as cestas de pétalas e de arroz para atirar aos noivos à saída da igreja, e segurar esses cestos distribuindo pelos convidados
- A madrinha deve ter presente um estojo com tudo o que a noiva possa precisar: maquilhagem, lenços de papel, remédios, lista de telefone de todos os fornecedores.
Necessaire (arranjado pelas madrinhas) para levarem para a festa tem de ter:
- maquilhagem
- laca
- ganchinhos
- alfinetes de ama
- perfume
- desodorizante
- agulha e linha branca (da mesma cor do vestido)
- algodão cotonetes e desmaquilhante
(tudo o que se forem lembrando e for preciso)
- Poderá ter uma máquina fotográfica e registar os momentos mais importantes e mais íntimos (as provas do vestido, o vestir, pentear e maquilhar no proprio dia, os momentos antes da hora da missa, as idas a casa-de-banho)
- Acompanhar a noiva no grande dia: ida ao cabeleireiro, vestir
- Durante a festa, deverá estar atenta para ver se nada falta e tudo corre como é suposto - AJUDAR A NOIVA SEMPRE QUE PRECISAR DE IR A CASA-DE-BANHO..
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